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Balada: truques para se divertir mais e gastar menos

Lanchar em casa com os amigos, dividir estacionamento e conhecer as pessoas certas são as principais dicas para economizar dinheiro na balada

SÃO PAULO - Gastos com baladas costumam ser altos e ocupam um grande espaço no orçamento das pessoas que gostam da noite. Contabilizando tudo o que for consumido, o acumulado durante um ano pode ser o suficiente para uma boa viagem de férias.

Ficar em casa, obviamente, não é a melhor alternativa para economizar dinheiro. Mesmo que um grande montante seja poupado, não vale a pena passar as noites de sábado sem se divertir. O ideal é planejar bem as baladas para não ficar apertado no final do mês. Confira algumas dicas para aproveitar bem a noite, gastando pouco!

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Além do valor da entrada, o que mais pesa numa balada são os drinks e lanches. Neste caso, a alternativa é consumir menos e começar a festa mais cedo na casa de amigos ou num bar próximo. Uma bebida ou lanche que na balada não sai por menos de R$ 10, pode ser encontrada por R$ 5 num bar de rua e, em casa, a um custo de R$ 3, por exemplo.

Isso sem falar que as casas noturnas estão abrindo as portas cada vez mais tarde, motivo suficiente para aproveitar melhor o tempo e cuidar também do estômago. O que antes começava à meia-noite, passou a ter início às duas horas da manhã. E dificilmente acabam antes das 7h. Algumas, inclusive, prolongam a festa até às 11h. Trata-se do after-hour, freqüente em baladas de música eletrônica.

Transporte
Outro gasto que costuma pesar no orçamento da balada é o transporte. Além do valor do estacionamento, que costuma ser elevado perto das discotecas, é preciso computar as despesas com gasolina. Uma boa alternativa é reunir os amigos e nunca ir sozinho. Juntando quatro pessoas, a despesa é dividida na mesma proporção. Ainda que a diferença seja pequena, contabilizando todos os fins de semana do ano, a economia pode ser considerável.

Outro ponto positivo de dividir o transporte é a segurança. Pode ser que um de seus amigos não beba, e fique responsável pela direção. Se todos beberem, o ideal é dividir um táxi. Mesmo que o custo seja um pouco maior, a comodidade pode valer a pena. Ainda mais quando o valor é compartilhado.

Bons relacionamentos
Alguns municípios brasileiros proíbem a consumação mínima em bares e boates. Por conta disso, algumas casas aumentaram a taxa de entrada, ou simplesmente passaram a cobrá-la. Uma estratégia é procurar lugares que não cobram entrada.

Apesar de raras, existem baladas que cobram apenas o que os clientes consomem. Para conseguir descontos e promoções, uma dica é acessar o site das casas noturnas e ficar por dentro das ofertas. Muitas baladas têm listas para entrada livre.

Quem costuma freqüentar a noite geralmente conhece as pessoas certas, que dão acesso livre à balada. Uma estratégia para conhecer estas pessoas é ir sempre ao mesmo lugar. Fique amigo da hostess, dos garçons e de outros funcionários da casa. Quem tem bons contatos não gasta muito dinheiro na noite. Boa diversão!

 

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