Visão negativa

83% dos brasileiros creem que guerra Israel-Hamas terá impacto negativo para economia, mostra pesquisa

O número é de pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban)

Por  Estadão Conteúdo -

Oito em cada dez brasileiros temem que a guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas tenha impacto negativo sobre a economia brasileira. O número é de pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Ao todo, 83% dos brasileiros acreditam que a nova guerra, iniciada este mês, seja negativa para a economia do País. Outros 10% esperam que não haja impacto, e 7% não souberam ou não responderam.

“A guerra entre Israel e Hamas acontece em meio a notícias positivas e negativas sobre a economia”, diz o presidente do conselho científico do Ipespe, Antônio Lavareda, em nota. “De um lado, Copom e Banco Central estimam o crescimento da renda disponível das famílias brasileiras e queda da inflação e de outro lado o IBGE registra recuo no varejo no terceiro trimestre e o Índice de Atividade Econômica do Banco Central indica recuo na atividade econômica entre julho e setembro.”

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Em meio a este cenário, caiu o otimismo do brasileiro com a economia: 56% esperam que o cenário melhore até o final do ano, contra 59% no levantamento anterior, realizado em setembro. Outros 24% esperam que fique igual, contra 20% em setembro, e 17% acreditam que vai piorar, ante 18% antes.

O Ipespe também aponta que 48% dos brasileiros acreditam que o Brasil está melhor neste ano que em 2022, em estabilidade em relação a setembro Outros 30% acreditam que está igual, e 20%, que piorou desde então.

Além disso, 53% dos brasileiros acreditam que os preços dos produtos aumentaram muito ou aumentaram nos últimos seis meses, oscilação negativa de 2 pontos porcentuais em relação a setembro. 24% acreditam que baixaram ou baixaram muito, 4 pontos a mais que no levantamento anterior.

A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16 de outubro, com 2.000 entrevistados de 18 anos ou mais nas cinco regiões do País. O intervalo de confiança é de 95,5%. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

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