WhatsApp Pay inclui Pix como opção para transferências; veja como usar

Até então possibilitava apenas compras via cartões na ferramenta; anúncio foi feito durante evento em São Paulo

Equipe InfoMoney

WhatsApp e Telegram removidos da loja de apps na China. Foto: Adem AY/ Unsplash

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A Meta anunciou nesta quinta-feira (6) que está disponibilizando para os usuários de sua ferramenta de pagamentos no WhatsApp a possibilidade de realizar compras por meio do Pix.
A gigante de tecnologia, que também é dona do Instagram e do Facebook, até então possibilitava apenas compras via cartões na ferramenta, conhecida como WhatsApp Pay.
O anúncio foi feito durante evento em São Paulo.
O Brasil é o segundo maior mercado do WhatsApp no mundo, atrás apenas da Índia, e vem sendo usado junto ao país asiático como teste para ferramentas de pagamentos da Meta, à medida que a companhia busca meios de monetizar o uso do popular aplicativo de mensagem.
Em 2021, a Meta disponibilizou aos usuários brasileiros a possibilidade de transferência de dinheiro entre indivíduos por meio do WhatsApp Pay, e no ano passado expandiu a ferramenta, para permitir compras em pequenas e médias empresas que usam a versão empresarial gratuita do aplicativo de mensagens.
Nesta quinta-feira (6), a Meta também anunciou que o WhatsApp Pay poderá ser utilizado para compras em empresas maiores, clientes do API, uma versão empresarial paga do WhatsApp.

Como utilizar?

A utilização não muda, o usuário só vai se deparar com a opção de Pix, além dos cartões. Se você ainda não usa o recurso, o processo é simples.

Para começar, o usuário precisará configurar o seu aparelho por meio do próprio WhatsApp.

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Para fazer isso, seja no sistema operacional Android ou iOS, a lógica é a seguinte: primeiro, toque no “clipe de papel” ou no item com sinal de soma (+) no espaço onde se digita. Entre as opções, como documentos, fotos e vídeos, sala, localização, também aparecerá a opção “pagamentos”. O usuário deve clicar e inserir o valor que deseja transferir nesta primeira vez que for utilizar o serviço.

Depois que o usuário colocar o valor e der continuidade na seta abaixo, será solicitada uma forma de pagamento para que a transação seja realizada. O usuário deve concordar com os termos para usar o serviço. Feito isso, será solicitada a criação de um PIN para a segurança da transação. É uma espécie de assinatura eletrônica, de biometria ou de leitura facial. O PIN varia de acordo com o aparelho compatível.

Criado o PIN, o usuário vai inserir dados pessoais: nome completo e CPF. Feito isso, o usuário já poderá fazer transferências.

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*Com Reuters