Valor dos contratos novos de aluguel em SP aumenta 0,4% em outubro

O aumento foi menor que o registrado em setembro, quando o aluguel de imóveis novos subiu em média 1,7%, mostra Secovi-SP

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SÃO PAULO – O valor de novos contratos de locação residencial de apartamentos e casas na cidade de São Paulo registrou alta de 0,4% em outubro, mostram dados do Secovi-SP (Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo), divulgados nesta sexta-feira (19).

Para o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Sindicato, Francisco Crestana, há uma estabilidade na variação dos valores dos contratos novos, uma vez que, em setembro, a alta foi de 1,7%, e em agosto, a variação foi de 1,3%. 

“Essa estabilização acontece porque os preços vinham subindo muito nos últimos meses. Agora, pelo visto, os valores de locação começam a se acomodar em um novo patamar, mais baixo que o anterior”, disse, por meio de nota.

Considerando as variações mensais dos últimos 12 meses, terminados em outubro, o Sindicato constatou uma variação acumulada de 11,77%, ainda considerando os aluguéis dos contratos novos.

No que diz respeito aos contratos em andamento, com aniversário em outubro e  reajuste atrelado ao IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) da FGV (Fundação Getulio Vargas ), eles apresentaram variação de 7,16%, considerando os últimos 12 meses – entre outubro de 2009 e setembro de 2010.

Unidades com mais dormitórios tem maior inflação
Os imóveis de três dormitórios foram os que mais apresentaram alta no reajuste do aluguel em outubro, de 0,6%. O valor do aluguel das unidades de dois dormitórios teve comportamento semelhante, com alta de 0,5%.

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Por sua vez, os imóveis de um dormitório registraram o menor aumento, de apenas 0,2% no décimo mês do ano.

No mês passado, as casas e sobrados foram alugados mais rapidamente, com uma espera média de 12 a 27 dias. Já os apartamentos foram alugados, em média, em 17 a 38 dias.

Considerando as garantias, 48% dos contratos utilizaram o fiador no mês passado, já 32% utilizaram o depósito como garantia e o seguro-fiança foi utilizado em cerca de 20% dos contratos de locação na capital paulista em outubro.