Tarifa bancária: se não é possível viver sem ela, controle efeito no bolso!

Em alguns casos, a alternativa é apenas controlar as finanças; em outros, é preciso procurar um pacote mais adequado

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SÃO PAULO – Tudo tem seu preço. E com os serviços bancários não poderia ser diferente. O problema é que este preço pode muitas vezes colocar o orçamento de uma pessoa em desequilíbrio, sem que ela perceba quem é o culpado. A boa notícia é que é possível controlar o peso destes serviços para o bolso.

Um exemplo é a tarifa para exclusão de cadastro de emitentes de cheque sem fundo, paga em cada ocorrência, independentemente do valor do cheque. Neste caso, o consumidor exerce um certo controle sobre a tarifa: basta não exceder o saldo em conta, conforme orienta o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor).

Para você ter uma noção do valor desta tarifa, ela está em R$ 32 no Itaú, em R$ 30,18 no Banco do Brasil, em R$ 30,20 no Unibanco e passará a R$ 28 no Bradesco, a partir de 1º de dezembro. O valor é alto, tendo em vista que a conta da pessoa pode estar em descoberto.

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Mantenha suas finanças sob controle neste ano

Conta descoberta

Imagine a seguinte situação: você tem R$ 10 em sua conta-corrente, sem o limite de cheque especial, e será cobrada a mensalidade de manutenção de seu pacote de serviços bancários, no valor de R$ 12,50. Pois saiba que o banco irá debitar o valor do pacote e ainda cobrará pelo adiantamento dos R$ 2,50. Por esta atitude, é cobrada taxa de R$ 33 em média.

Se for conta com cheque especial e o limite também for excedido, o consumidor pagará proporcionalmente aos dias de estouro uma taxa de juros média de 8,7% ao mês.

Abertura de cadastro

A dica é simples para impedir que tarifas referentes à cheque sem fundo e conta corrente descoberta sejam cobradas: apenas controlar o orçamento. Para quem quer economizar com a cobrança de outros serviços, confira as dicas dadas pelo Idec:

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