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SÃO PAULO – Em São Paulo, o motorista gasta, em média, US$ 120 (R$ 191,64*) com estacionamento mensal, de acordo com a pesquisa realizada pela empresa de consultoria Colliers International.
Esse valor colocou a capital paulista na quinta posição do ranking dos municípios da América Latina, ficando atrás de Santiago, cuja mensalidade é de US$ 200 (R$ 319,40), da Cidade do México, com US$ 150 (R$ 239,55) e de Buenos Aires e Lima, ambas com US$ 145 (R$ 231,56).
Já em relação ao valor médio de uma diária, o custo da vaga em São Paulo é de US$ 15 (R$ 23,95), assim como na capital peruana, Lima. Na Cidade do México, por sua vez, o valor é de US$ 20 (R$ 31,94).
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Taxas globais
Embora esses valores pareçam muito altos, eles são ínfimos em comparação com as taxas de cidades como Londres, Sydney e Hong Kong.
De fato, a capital Inglesa foi a campeã do ranking global das cidades mais caras para se estacionar. Os motoristas que forem parar seus veículos na City, o centro financeiro londrino, irão gastar em média US$ 68,07 (R$ 108,70) com uma diária.
Em compensação, se optarem por pagar uma mensalidade para o estacionamento, irão gastar US$ 1.166,87 (R$ 1.863,50) ou 872% a mais do que gasta um motorista em São Paulo.
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Já em Sidney, o valor mensal de um estacionamento é de US$ 774,76 (R$ 1.237,29), enquanto em Hong Kong esse custo gira em torno de US$ 742,40 (R$ 1.185,61).
Estacionamento nos EUA
A pesquisa apresentou ainda os dados dos estados norte-americanos. Apesar da retração econômica apresentada neste ano, houve aumento dos preços dos estacionamentos no país.
Em relação à mensalidade, Manhattan ficou com a primeira posição do ranking do país e a 16ª posição do ranking global. Lá, os motoristas gastam em média US$ 585 (R$ 934,24) em uma vaga mensal.
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Para as diárias, gasta-se em torno de US$ 40 (R$ 63,88) para estacionar no centro financeiro de Nova York. O valor ficou atrás apenas do de Honolulu, no Havaí, que é de US$ 44 (R$ 70,26) por dia.
De acordo com o vice-presidente sênior da Colliers, Ross Moore, o gasto com estacionamentos é só mais uma preocupação dos motoristas. “A escassez de vagas, aliada ao aumento dos custos dos estacionamentos e dos combustíveis – tudo frente à estagnação econômica – agravam as cotidianas dores de cabeça enfrentadas pelos motoristas”, enfatizou.
* Conversões conforme a cotação do dia 16 de julho de 2008, quando o dólar estava a R$ 1,597.