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SÃO PAULO – A cesta básica do paulistano ficou 0,45% mais cara em setembro, em comparação com agosto. Com isso, o preço médio da cesta passou de R$ 206,09 para R$ 207,02.
A pesquisa é realizada mensalmente pela Fundação Procon-SP, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese).
Na avaliação por grupos, a categoria higiene pessoal foi a que apresentou maior variação no período, registrando alta de 0,81%, seguida do grupo alimentação (0,50%). A única a apresentar variação negativa foi limpeza (-0,17%).
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Com o resultado de setembro, a variação dos preços nos nove meses do ano é de -4,81%. Nos últimos 12 meses, fica em -3,39%.
O que mais subiu
No grupo dos alimentos, a maior alta ficou com o frango resfriado, 12,55% mais caro. Com variação um pouco menor, aparece a cebola (10,71%), o café em pó papel laminado (4,69%) e a lingüiça fresca (3,12%).
Outros cinco produtos pressionaram a média de preços para baixo, especialmente a batata (-10,47%), feijão carioquinha (-9,42%), alho (-9,29%) e a dúzia de ovos brancos (-4,76%).
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Já no grupo de higiene pessoal, o absorvente aderente foi o produto que teve o preço elevado de forma mais intensa, 5,88%. Por outro lado, o creme dental registrou a maior queda (-4,46%).
Entre os 31 itens pesquisados em São Paulo, dezoito registraram alta em setembro, 11 tiveram queda e 2 apresentaram estabilidade.