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SÃO PAULO – De acordo com pesquisa divulgada pela consultoria em Recursos Humanos Watson Wyatt, 47% das empresas irão repassar aos funcionários os potenciais aumentos de custos nos benefícios de assistência à saúde. Os dados mostraram que mais de 40% dessas companhias não sabem qual será o aumento do custo para 2008.
Dentre as empresas que ousaram responder, entre 7,6% e 10% de aumento é a faixa mais prevalente. O estudo foi realizado com 249 empresas de diversos segmentos e ainda revelou que 49% delas dividem os custos dos benefícios com os empregados por meio de contribuições fixas mensais.
Aumento de valores
Conforme mostrou a pesquisa, 28% das empresas informaram que não houve aumento nos custos dos planos médicos em 2007, se comparado com o mesmo período do ano passado. No caso dos planos odontológicos, foram 77% que negaram crescimento nos valores cobrados entre 2006 e 2007.
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Todas as empresas pesquisadas concediam assistência médica aos funcionários ativos, enquanto, entre aqueles aposentados, eram apenas 25%. No caso do plano odontológico, 81% delas o oferece aos colaboradores, ante 7% aos aposentados. Elas ainda oferecem check up periódico para executivos (64% aos ativos) e previdência privada (71% aos ativos).
Outras 45% disseram que oferecem auxílio farmácia aos funcionários ativos e 5%, aos aposentados. Uma proporção de 15% concede auxílio ótica para os ativos e 1%, aos funcionários que já se aposentaram. O seguro de vida é dado por apenas 95% das empresas aos ativos e 6% delas o oferecem aos aposentados.
Uso consciente
A pesquisa revelou que 29% das companhias realizaram palestras informativas de conscientização do uso do plano. Veja abaixo outros dados:
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- 22% desenvolveram uma ampla abordagem de comunicação;
- 21% mapearam o perfil de risco dos funcionários;
- 22% identificaram os doentes crônicos ou com necessidades especiais;