Parcela que cabe no bolso é um dos motivos para 36% escolherem o crediário

Segundo pesquisa, o fato de não precisar comprovar renda também justifica a preferência por essa forma de pagamento

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SÃO PAULO – Na hora de parcelar as compras, 36% dos consumidores preferem o crediário ou o carnê. A possibilidade de dividir a compra em parcelas que cabem no bolso e maior limite de crédito são os motivos da preferência.

Os dados da pesquisa realizada pelo Instituto TSB&B, a pedido da MasterCard, revelam ainda que, considerando todas as formas de pagamento, 58% dos consumidores costumam parcelar as compras.

Vantagens e desvantagens

Entre os que utilizam o crediário, 53% acreditam que ele é o melhor tipo de financiamento, sendo que, nas classes menos abastadas (C, D e E), 62% acreditam que o crediário é a melhor forma de parcelar as compras. Já nas classes A e B, 47% consideram essa a melhor opção.

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Para os usuários de crediário, a possibilidade de conseguir um valor menor na prestação, juros menores e o fato de não precisar comprovar renda justificam a preferência por essa forma de pagamento.

Entre os que utilizam o crediário, o levantamento revelou que 54% não veem nenhuma desvantagem nessa forma de pagamento, ao passo que os demais (46%) apontam aspectos negativos.

Entre os que veem alguma desvantagem no crediário, a pesquisa revelou que 26% apontam os juros altos como o principal fator negativo e 9% acreditam que as taxas elevadas acabam encarecendo os produtos.

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Crédito

Segundo a pesquisa, os usuários de crediário têm, em média, 1,37 cartão de débito e 1,94 cartão de crédito. Considerando os cartões de loja, a média é de 2,38 cartões por pessoa.

De acordo com a pesquisa, entre os que parcelam suas compras, 40% o fazem por meio do cartão de crédito. Esses consumidores acreditam que essa forma de pagamento é mais prática, menos burocrática, de maior aceitação e não necessita da aprovação de crédito para ser utilizada.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi feita com 1.600 pessoas, com idade superior a 20 anos, em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife e Ribeirão Preto (SP).