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SÃO PAULO – Uma parceria entre a CEF (Caixa Econômica Federal) e o grupo Neoenergia possibilitará às famílias de baixa renda, atendidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, moradias com itens econômicos e sustentáveis.
O convênio, cuja duração inicial é de 36 meses, prevê a doação de aquecedores solares, lâmpadas e a substituição de geladeiras para os participantes do programa com renda de até três salários mínimos, moradores dos estados da Bahia, do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.
“Parcerias como essa contribuem para a promoção do desenvolvimento sustentável do País, pois evitam a criação de novas fontes provedoras de energia elétrica, como usinas hidrelétricas e termoelétricas e promovem a economia doméstica de energia, o que se traduz em benefícios econômicos, sociais e ambientais”, avalia a presidenta da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho.
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Itens
De acordo com a Caixa, cada unidade habitacional receberá até cinco lâmpadas fluorescentes compactas de 15W e 20W.
Os aquecedores solares serão destinados aos municípios com maior demanda pelo uso do chuveiro elétrico e que sejam viáveis, de acordo com os parâmetros da Aneel (Agência Nacional de energia Elétrica), no âmbito dos Programas de Eficiência Energética.
Quanto às doações de geladeiras de baixo consumo de energia, estas contemplarão usuários residenciais monofásicos, que vivem em bairros populares e tenham consumo médio mensal acima de 80 KWh, sendo permitida apenas uma substituição por moradia.
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Além das ações citadas, o programa Minha Casa, Minha Vida conta com outras iniciativas que buscam estimular a sustentabilidade das habitações, como o uso de madeira legal e a implantação de medidores individualizados de água e gás nos condomínios.
De modo geral, pautada no princípio de responsabilidade socioambiental, a Caixa já destinou cerca de R$ 1,5 bilhão para empreendimentos na área de energia limpa, como usinas hidrelétricas, PCH (Pequenas Centrais Hidrelétricas), geradoras eólicas e bioenergia.
Além disso, a instituição adotou, em parceria com algumas empresas, ações que garantem o descarte correto de equipamentos tecnológicos. A medida já gerou, por exemplo, cerca de R$ 303.945 de recursos para ações sociais, somente por meio de cartuchos de impressoras reciclados, no período de setembro de 2008 a maio deste ano.