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SÃO PAULO – Quem opta por adquirir um imóvel do programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal, empolgado com os custos mais baixos do que os tradicionais, acaba deixando de lado algumas despesas adicionais que vêm junto com a casa própria.
Dessa forma, segundo alerta o fundador do centro de estudos e formação de patrimônio Calil&Calil, Mauro Calil, para não ter que apertar o orçamento mais do que o necessário, o ideal é que a pessoa reserve de 30% a 35% da renda para pagar o financiamento e arcar com gastos como IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana), condomínio e manutenção do imóvel.
“Nos apartamentos destinados às famílias que ganham de zero a três salários mínimos, por exemplo, o valor do condomínio pode chegar a R$ 100. As famílias têm que pensar nestas despesas”, diz.
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Minha Casa, Minha Vida
Até o início deste ano, o programa habitacional do Governo, Minha Casa, Minha Vida, já possuía 2.042 propostas selecionadas, beneficiando famílias com renda de até R$ 1.395.
Do total dessas propostas, 447 são de governos estaduais e somam R$ 213,9 milhões e outros 1.595 são de municípios, somando R$ 786,1 milhões.
Até o final do ano, o programa habitacional deve atingir a meta de um milhão de moradias inclusas em seu sistema, disponíveis para financiamento. No final do mês, o Governo Federal deve anunciar o PAC 2 (Plano de Aceleração do Crescimento) e, com ele, a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida.