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SÃO PAULO – As férias de julho estão chegando e muitos já começam a repensar o destino do merecido descanso. No auge da crise econômica mundial, quando a cotação da moeda norte-americana disparou frente ao real, muitos brasileiros adiaram os planos de sair do País e optaram por destinos nacionais na hora de viajar.
Com o dólar já abaixo dos R$ 2 e com as projeções para o câmbio no encerramento do ano sendo revisadas para baixo, de acordo com a última edição do relatório Focus, os brasileiros começam a reavaliar os planos de férias, voltando os olhos ao turismo internacional.
No entanto, mesmo que os pacotes para fora do País estejam mais acessíveis, o planejamento ainda é essencial na hora de decidir onde passar as férias. Afinal, prever o comportamento da moeda norte-americana é impossível.
Pacotes em dólar
Os pacotes internacionais são, geralmente, cotados em dólar e convertidos para o real no dia da compra. Assim, para a compra o pacote, o momento pode ser considerado ideal, já que, após a conversão, não haverá mais surpresas com relação aos custos da viagem.
O problema, no entanto, está com relação aos custos durante as férias, já que os cartões de crédito, por exemplo, que estão entre os meios de pagamentos mais utilizados no exterior, estão suscetíveis às variações da moeda. Assim, além de planejar o local do passeio, é importante ficar bastante atento às formas de arcar com as despesas durante a viagem, para evitar quebras no orçamento.
Dicas para evitar surpresas
Apesar de a maioria dos economistas apostar que a moeda norte-americana deve continuar desvalorizada frente ao real, para evitar surpresas, vale pensar em formas alternativas de pagamento no exterior, nas quais seja possível planejar os gastos em dólar, sem se assustar, caso haja uma grande variação na cotação da moeda.
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- Comodidade ao viajante;
- Não há a necessidade de procurar casa de câmbio logo na chegada;
- É possível conseguir uma negociação favorável;
- Evita a passagem por várias conversões.
Cartões VTM:
Outra boa opção são os chamados cartões pré-pagos, que permitem ao turista pagar despesas e fazer saques, na moeda local, em todo o mundo. A diferença é que o cartão é carregado, antecipadamente, em dólar, euro ou libra. Ou seja, assim como na compra de moeda ou TC, a pessoa já pode programar, com antecedência, quanto terá disponível para gastar, sem se preocupar com as oscilações do câmbio.
Levar dólar em espécie e traveller check:
Normalmente, a dica é levar um pouco de dinheiro em espécie, uma parte em traveller check (cheques de viagem) e, pela facilidade do cartão, usar o plástico apenas para emergências.
Levar moeda local:
A dica para comprar moeda antecipadamente vale, inclusive, para destinos onde a moeda local não é dólar. Apesar de os cheques de viagem não estarem disponíveis, no Brasil, em todas as moedas, em espécie é relativamente fácil encontrar divisas de diferentes países. Mesmo que não consiga a quantidade necessária para todos os gastos, é bom levar, pelo menos, uma parte em moeda local.
A alternativa tem vários pontos positivos: