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SÃO PAULO – Os gastos dos brasileiros com habitação estão menores. Segundo dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados, na última quarta-feira (8), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre os meses de maio e junho, o grupo apresentou redução de 0,45 ponto percentual, passando de 0,72% para 0,27% no período.
Uma das principais contribuições para a desaceleração do grupo foi a menor incidência de reajustes na taxa de água e esgoto, que passou de 1,34% para 0,09%, do aluguel residencial (de 0,78% para 0,52%) e da energia elétrica (de 0,82% para -0,48%).
Dentre as 11 capitais pesquisadas, Salvador foi a que apresentou a menor taxa (-0,46%). Em seguida, ficaram Belém (-0,20%) e São Paulo (0,06%). Distrito Federal (0,31%), Fortaleza (0,34%), Belo Horizonte (0,35%), Recife (0,36%), Rio de Janeiro (0,37%), Goiás (0,64%) Porto Alegre (0,69%) e Curitiba (0,70%) ficaram a cima da média nacional de 0,27%.
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Despesas Pessoais
No geral, em junho, o IPCA apresentou variação de 0,36%, ficando abaixo da taxa de 0,47% registrada no mês de maio. Além da desaceleração do grupo habitação, o grupo despesas pessoais também contribuiu para a queda do índice.
Em um mês, a alta nos preços deste grupo passou de 1,57% para 0,49% atingidos em junho. Este resultado foi influenciado pela queda nos preços dos cigarros (de 9,21%, em maio, para -0,28% no mês passado).
O item empregado doméstico também recuou, de 1,35% para 0,80%, no período. Neste caso, a menor taxa foi verificada em Belo Horizonte (0,02%) e a maior em Fortaleza, 1,22%.
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Nos seis primeiros meses do ano, o grupo despesas pessoais apresenta variação de 5,61% e o grupo Habitação, de 2,73%.