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SÃO PAULO – A paixão do brasileiro por animais de estimação já faz do País o segundo maior mercado do mundo no número de cães e gatos. A companhia gratificante e o afeto desinteressado são apenas alguns dos fatores que levam às pessoas a buscarem por um bichinho. Entretanto, é preciso saber que eles dão trabalho e gastos. De acordo com dados da Anfal Pet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação), os gastos com um cãozinho, por exemplo, podem chegar a R$ 300,00 mensais.
Na conta, que pode variar dependendo do animal e do perfil do dono, estão inclusas despesas com banho, tosa, alimentação, medicamentos, veterinários e acessórios, conforme informa o diretor-executivo da Anfal Pet, José Edson Galvão de França.
“As despesas variam conforme o perfil do dono, tem pessoas que gastam muito com acessórios, como camas, roupas e enfeites. Já outras só gastam com o básico, como veterinário e alimentação, o que pode reduzir um pouco os gastos. Além disso, no caso de cães, ainda há o tamanho, a idade e o peso que fazem com que o animal coma mais ou menos, o que também pode influenciar nos gastos”, explicou.
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Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Quem opta por ter um gato, em vez de um cão, irá desembolsar um pouco menos, aproximadamente R$ 100,00 por mês, já que o felino não exige gastos com banho, tosa e o componente de acessórios é bem menor.
O que pesa mais?
No geral, na composição dos gastos com um animal de estimação, o item alimentação é o que pesa mais, 74%. Em seguida vêm as despesas com serviços, 13%; medicamentos, higiene e embelezamento, 8%; e acessórios 5%.
Ao todo, ainda segundo a Anfal Pet, a população brasileira de bichos de estimação conta com 31 milhões de cães, 15 milhões de gatos, 17 milhões de pássaros e 7,5 milhões de peixes ornamentais.
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Entre as raças de cães favoritas do brasileiro estão o Pastor Alemão, para quem mora em casas, e o Poodle, para moradores de apartamentos.