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SÃO PAULO – A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) realizará, em data a definir, audiência pública para discutir os aumentos absolutos e relativos ocorridos nas tarifas bancárias entre os meses de abril e outubro deste ano.
De acordo com o autor do requerimento, senador Renato Casagrande (PSB-ES), desde o final de abril, quando foram mudadas as regras para as tarifas bancárias, os bancos teriam adotado uma nova estratégia, concentrando os reajustes em tarifas como as de confecção e renovação de cadastro, afetando, assim, todos os consumidores.
No caso de renovação de cadastro, por exemplo, a alta verificada, segundo publicado pela Agência Senado, foi de até 41%, e no que se refere aos serviços de fornecimento de cheques, de até 329%.
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São Paulo
Análise realizada pelo Procon-SP revelou que a maior diferença praticada em preços de tarifas bancárias está na transferência entre contas na própria instituição (presencial ou pessoal). O valor máximo detectado foi de R$ 4,50 (Real) e o menor, de R$ 1 (CEF), uma diferença de 350%. A média é de R$ 1,82.
No caso do cheque de transferência bancária (TB e TBG), a diferença chegou a 325%: de R$ 0,40 (Unibanco) a R$ 1,70 (Real). O valor médio deste serviço é de R$ 1,29. Ainda foi detectada diferença de quatro vezes no serviço de confecção de cadastro para início de relacionamento: de R$ 30 (CEF) a R$ 120 (Unibanco). A média é de R$ 60,50.