Décimo terceiro: classes A e B planejam gastar segunda parcela em compras

Segundo ACSP, 29% dos consumidores de maior renda têm intenção de gastar benefício em compras

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SÃO PAULO – Segundo levantamento realizado pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), 24,4% dos brasileiros devem gastar a segunda parcela do décimo terceiro em compras. Considerando as faixas de renda da população, a quantidade de presentes neste Natal será maior entre os consumidores das classes A e B, os mais dispostos a gastar.

De acordo com a pesquisa, 29,1% dos brasileiros de maior renda pretendem usar a segunda parcela do décimo terceiro em compras. Já entre os consumidores da classe C, essa intenção é verificada em 26,8% dos entrevistados. Entre os que pertencem às classes D e E, 16,8% farão o mesmo.

Dívidas e poupança

O levantamento também constatou que a parcela dos entrevistados que pertencem às classes A e B que pretende poupar a segunda parcela do benefício é praticamente a mesma dos que pertencem às classes D e E: 30,6% e 30%, respectivamente. Já entre os consumidores da classe C, 26,8% dizem que irão guardar o recurso.

Os consumidores da classe C são os que mais pretendem pagar dívidas com a segunda parcela do décimo terceiro: 24,5% afirmam que farão isso. Entre os entrevistados que pertencem aos segmentos menos abastados da população (D e E), 20% afirmaram que aproveitaram o recurso para pagar dívidas e 16,1% dos pertencentes às classes A e B disseram que farão o mesmo.

Os entrevistados de maior renda são os que têm a maior pretensão de viajar com o dinheiro ganho: 8,1% destinarão os recursos para uma viagem. Entre os consumidores da classe C, o percentual é de 4,9% e, entre as classes D e E, de 3,3%.

A compra/reforma da casa também está nos planos dos entrevistados que se encontram nas classes D e E – 3,3%. A ACSP verificou que 2,4% dos consumidores da classe C também utilizarão a segunda parcela do décimo para compra/reforma da casa.

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Indecisão

De acordo com a pesquisa, o maior grau de indecisão sobre o que fazer com a segunda parcela do benefício se encontra entre os consumidores das classes D e E: 23,3% de respostas, ao passo que 14,5% dos entrevistados das classes A e B também estão indecisos e 12,2% daqueles que pertencem à classe C.