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SÃO PAULO – Os preços da construção civil paulista cresceram 0,15% entre fevereiro e março deste ano, de acordo com o Custo Unitário Básico (CUB) divulgado nesta segunda-feira (02) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).
O CUB do terceiro mês do ano – que reflete a variação mensal dos custos do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil – foi calculado pela primeira vez em sua nova norma técnica, a NBR 12.721/06.
Metro quadrado
No Estado de São Paulo, o CUB escolhido para representar o custo médio do mercado residencial é o do padrão R8-N, que corresponde a um apartamento de três dormitórios e duas vagas na garagem, situado em um prédio de oito andares, padrão normal, com 5.998,73 metros quadrados de área real e 4.135,22 metros quadrados de área equivalente.
Em março, de acordo com o novo índice, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 696,04 por metro quadrado. Dos 70 insumos pesquisados, 27 apresentaram variação superior à do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que foi de 0,34% no período.
Entre os maiores aumentos do mês, o SindusCon-SP destacou os do tubo PVC (+7,79%), do tubo de ferro galvanizado (+7,43%), da esquadria de correr (+7,27%), da bacia sanitária branca (+7,21%), da massa pronta para reboco externo (+6,25%), da fechadura para porta (+5,68%) e do batente de madeira (+5,13%).
Custos isolados
Analisando os gastos que formam o CUB, o maior destaque foi para a mão-de-obra, que representou 50,41% do total (ou R$ 350,89).
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Em seguida, vieram os materiais de construção, com 46,89% (R$ 326,37), e as despesas administrativas, com 2,7% (R$ 18,77).