Consumidor precisa avaliar habilidade ao reformar a casa por conta própria

Para especialista, pessoas só devem optar pelo faça você mesmo em atividades mais simples, como trocar uma tomada

SÃO PAULO – Pintar uma parede, trocar o encanamento e até mesmo o interruptor parecem coisas simples. Contudo, na opinião do gerente sênior de marketing da Irwin – empresa especializada em ferramentas – Henri Le Bourlegat, antes de optar pelo “faça você mesmo”, o consumidor deve avaliar se possui habilidade suficiente para que a economia não se transforme em prejuízo.

“Uma pessoa que não tem muita habilidade pode provocar um curto-circuito ao trocar um interruptor, por exemplo. Também acontece muito de pessoas que não sabem utilizar bem uma furadeira terem prejuízo”, diz.

O que fazer?
No geral, diz ele, as pessoas só devem optar pelo faça você mesmo em atividades mais simples, como trocar tomada e instalar luminárias.

Para as atividades mais elaboradas é necessário recorrer a um profissional, visto que além da questão econômica, ao fazer reparos ou mesmo reformar partes da casa é preciso considerar questões como segurança, experiência e tempo.

Abaixo, uma lista com algumas ferramentas que podem ser úteis para pequenos reparos dentro de casa e que não correm o risco de não serem mais utilizadas depois:

Trena – preço médio de R$ 5 a R$ 40

Alicate – preço médio de R$ 20 a R$ 25

Estilete – preço médio de R$ 5 a R$ 10

Martelo – preço médio de R$ 10 a R$ 20

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Chave de fenda – preço médio de R$ 20 a R$ 30