Confiança dos consumidores de menor renda é a que mais cresce em outubro

Nas famílias que ganham até R$ 2,1 mil, a confiança apresentou aumento de 5,5%; entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil, a alta de 2,3%

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SÃO PAULO – Os consumidores das menores faixas de renda estão mais confiantes em outubro. De acordo com índice medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), a confiança dos consumidores com renda de até R$ 2,1 mil foi a que sofreu o maior avanço neste mês e registrou variação positiva de 5,5%. Se for levado em conta o período entre o agravamento da crise, em setembro de 2008, até outubro de 2009, entretanto, o índice acumula a maior queda entre as faixas de renda, de 5,7%.

Os consumidores com renda acima de 9,6 mil apresentaram a segunda maior variação positiva, de 2,8% no mês. Os consumidores com renda de entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil registraram alta de confiança no mês, de 2,3%. Já as pessoas com renda entre R$ 4,8 mil e R$ 9,6 mil apresentaram aumento, de 2,1% no índice.

Período pós-crise

No período pós-crise, a confiança daqueles que recebem acima de R$ 9,6 mil registra alta de 3,2%. Entre os que ganham entre R$ 4,8 mil e R$ 9,6 mil, alta de 8,4%.

Entre os consumidores com renda entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil a alta acumulada no período é de 2,2%, conforme mostra o Índice de Confiança do Consumidor, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado na última sexta-feira (23).

Na tabela abaixo é possível conferir a confiança do consumidor por faixa de renda:

Renda Setembro x Outubro Período pós-crise
Até R$ 2,1 mil 5,5% -5,7%
Entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil 2,3% 2,2%
Entre R$ 4,8 mil e R$ 9,6 mil 2,1% 8,4%
Acima de R$ 9,6 mil 2,8% 3,2%

Fonte: ICC/FGV