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SÃO PAULO – A manutenção do poder de compra do trabalhador fez com que, apesar da crise financeira internacional, o setor de cosméticos apresentasse alta de 18%, entre janeiro e junho deste ano, segundo dados da Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos).
“Há um fator econômico-financeiro importante: a renda do trabalhador não foi comprometida, o que, de forma geral, lhe preservou o poder de compra e este é um setor que não depende de crédito e sim de renda”, disse o presidente da Associação, João Carlos Basílio.
Faturamento
No primeiro semestre de 2009, o crescimento das vendas da indústria de HPPC (Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) foi estimado em 18% (sem descontar a inflação).
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Este percentual foi obtido a partir de dados consolidados dos dois primeiros bimestres do ano e de estimativas de vendas para os meses de maio e junho, sendo que o resultado definitivo, ainda de acordo com Basílio, “pode ser ainda maior.”
Já o faturamento previsto para todo o ano de 2009 é 11% maior do que o atingido em 2008, uma vez que, tradicionalmente, o segundo semestre traz aceleração no ritmo de vendas, explica o presidente da entidade.