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SÃO PAULO – Com a entrada do décimo terceiro, muitas pessoas optam por aproveitar o dinheiro extra para fazer uma reforma na casa. Este ano, segundo pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac), cerca de 4% dos brasileiros têm a intenção de deixar sua residência mais bonita nesta época do ano.
Levantamento da LatinPanel, empresa de estudos domiciliares da América Latina, indica que arrumar o lar é o principal sonho de consumo de 29% dos entrevistados das classes D e E, com renda de até quatro salários.
As vantagens deste ano, conforme o Diário do Comércio, periódico da Associação Comercial de São Paulo, é a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em mais de 40 produtos, a desvalorização do dólar em relação ao real e a forte concorrência do mercado.
Volume e crédito
Segundo o gerente de vendas da Dicico, Luiz Vanderlei de Andrade, do início de novembro até o dia 15 de dezembro o volume de vendas cresce em 20% a 25% na comparação com o usual.
O aumento também pode ser um reflexo da ampliação de crédito. A Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) afirmou que este ano 40% das vendas devem ser parceladas, contra 20% do ano passado.
2006
A associação também previu que em 2006 como um todo, a venda de materiais de construção deve crescer 5,5%.
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“Em 2006, conseguimos desonerar quase todos os materiais necessários para a construção de uma casa popular. Faltam pouquíssimos produtos, como fechaduras e tintas, para que esse objetivo seja alcançado”, comemorou o presidente da entidade, Cláudio Conz..
FGTS
Segundo o Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), foram R$ 5 bilhões em contratações destinadas à Construção Civil.
O setor de materiais foi responsável por 44% do total, ou 175 mil dos 656 mil contratos.