Câmbio: na compra de moeda, cuidado ao escolher o operador

Para aproveitar o momento de baixa do dólar, muitas pessoas realizam operações em locais não autorizados

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SÃO PAULO – Final de ano é época de viajar. Muitos já começaram a compra da passagem aérea, a reserva do hotel e a providenciar itens para colocar na mala. Mas quem vai ao exterior tem outra preocupação: a compra de moeda estrangeira. E, neste momento, é preciso cuidado.

De acordo com o Grupo Fitta, na ânsia por não perder o dinheiro e por aproveitar os momentos de cotação em baixa, muitas pessoas realizam operações cambiais em estabelecimentos não autorizados, que não emitem boletos.

Por isso, antes de realizar a operação, atente se o estabelecimento tem autorização do Banco Central para operar, o que deve estar visível aos clientes. Além de não contribuir para práticas ilegais, desta forma o turista corre menos riscos de adquirir cédulas falsas.

A partir de 2010, o Banco Central obrigará os estabelecimentos que praticam operações de câmbio, como agências de viagem e meios de hospedagem, a se filiarem a uma instituição financeira que tenha autorização para vender moedas.

Cuidado!

Confira abaixo outras orientações para ter mais segurança na compra de moedas:

Segundo o Grupo Fitta, a comercialização de moedas estrangeiras em espécie realizada por estabelecimentos sem a emissão de boleto configura o mercado paralelo de câmbio (câmbio black).

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Apesar de muitas pessoas não saberem, esse tipo de operação financia outras atividades ilegais, como o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro, atividades prejudiciais à sociedade em geral.

“É importante que consumidores atentem-se quanto à responsabilidade de realizar compra e venda de moedas estrangeiras em instituições autorizadas e que operam de acordo com as normas cambiais vigentes no País. Desta forma, os clientes garantem sua tranquilidade nas viagens e expressam sua cidadania e compromisso com seus deveres e direitos”, diz o Grupo Fitta.