Brasileiros acreditam que renda irá aumentar nos próximos seis meses

Proporção dos que crêem no aumento da renda cresceu de 45,9% em out/07 para 55,2% em fevereiro, mostra CNT/Sensus

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SÃO PAULO – Os brasileiros estão mais otimistas com relação ao crescimento da própria renda. Isso porque, se em outubro do ano passado, 45,9% deles acreditavam que os rendimentos iriam aumentar nos próximos seis meses, em fevereiro deste ano esse percentual aumentou para 55,2%.

Os dados são de Pesquisa CNT/Sensus, realizada de 11 a 16 de fevereiro, em 136 municípios nas cinco regiões brasileiras, com 2.000 pessoas. Aqueles que acreditam que a renda irá ficar igual somaram 29,9% no segundo mês do ano, ante 37,8% em outubro do ano passado. Já os que disseram que irá diminuir foram 10,6% em fevereiro e 10,9% em outubro.

Avaliação da renda

Com relação à avaliação da renda, a maioria acredita que ficou igual nos últimos seis meses, com 43,6% de respostas. Os que disseram que diminuiu foram 26% e os que afirmaram ter aumentado somaram 29,5%.

Na análise de outubro do ano passado, o percentual também era maior entre aqueles que acreditavam que a renda ficou igual nos últimos seis meses, com 42,1% das respostas. Os que disseram que a renda aumentou foram 27,7% e os que afirmaram que ela diminuiu foram 28,7%.

Aspectos sociais

Com relação ao tema saúde, 42,1% afirmaram ter piorado nos últimos seis meses. Em expectativas, porém, os brasileiros são otimistas: 54,4% acreditam que irá melhorar. Em educação, as análises e perspectivas são positivas, já que 46,5% disseram que melhorou e, 60,5%, que irá melhorar ainda mais.

A pesquisa ainda avaliou o tema segurança pública, que mostrou otimismo entre os brasileiros, com 46,8% dos entrevistados que disseram que irá melhorar. Sobre os últimos seis meses, porém, 48,5% disseram ter piorado. Abaixo está a tabela com as expectativas dos brasileiros:

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Tema Vai melhorar Vai ficar igual Vai piorar Não sabe/Não respondeu
Saúde 54,4% 25,5% 16,1% 4%
Educação 60,5% 24,5% 11,5% 3,6%
Segurança Pública 46,8% 29,6% 19,9% 3,8%

Fonte: CNT/Sensus