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SÃO PAULO – A região central de São Paulo continua sendo a mais cara para abastecer o carro. Segundo pesquisa realizada pelo Ticket Car, em novembro, o Centro tinha os maiores preços médios para gasolina, diesel e biodiesel, com os litros custando R$ 2,45, R$ 2,19 e R$ 2,27, respectivamente.
No caso do GNV (Gás Natural Veicular), o metro cúbico é encontrado em igual valor na região Sul da capital paulista (R$ 1,50), e no caso do álcool, o preço na região central equipara-se com o registrado na Zona Oeste (R$ 1,37).
Por região
Na outra ponta do ranking, estão as Zonas Leste e Norte, regiões onde os combustíveis são mais baratos, quando considerados álcool e diesel, e biodiesel e GNV, respectivamente. Em relação à gasolina, as duas regiões praticam mesmo valor.
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Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Na tabela abaixo, é possível verificar o preço médio do litro ou metro cúbico dos combustíveis, conforme a região:
| Região | Gasolina | Álcool | Diesel | Biodiesel | GNV |
| Centro | R$ 2,45 | R$ 1,37 | R$ 2,19 | R$ 2,27 | R$ 1,50 |
| Leste | R$ 2,39 | R$ 1,32 | R$ 2,11 | R$ 2,13 | R$ 1,43 |
| Norte | R$ 2,39 | R$ 1,33 | R$ 2,14 | R$ 2,12 | R$ 1,39 |
| Oeste | R$ 2,43 | R$ 1,37 | R$ 2,18 | R$ 2,21 | R$ 1,45 |
| Sul | R$ 2,44 | R$ 1,36 | R$ 2,17 | R$ 2,15 | R$ 1,50 |
Fonte: Ticket Car/dados de novembro
Pela média da capital, durante outubro, o preço médio do álcool foi R$ 1,37, o da gasolina, R$ 2,44 e o do diesel, R$ 2,16. O biodiesel ficou em R$ 2,17 e o GNV, em R$ 1,45.
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Impactos no bolso do consumidor
Os combustíveis estão pesando mais para o bolso dos brasileiros, afinal, em novembro, a inflação medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) apontou aumento de preços de 0,38% neste grupo, puxado, principalmente, pelo GNV (gás natural veicular), que encareceu 1,08%, na comparação com outubro.
No mesmo período, o índice do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou aumento de 0,75% no preço do álcool no Brasil, enquanto a gasolina teve inflação de 0,33% e o óleo diesel, de 0,38%.
Entre os produtos não alimentícios, os combustíveis foram apontados como um dos principais vilões para o aumento do IPCA-15 em novembro, acompanhados pelas tarifas de energia elétrica e o condomínio.