Rali de 3.200% mas ainda é compra: os 4 gráficos que dizem por que seguir otimista com Magazine Luiza

Mesmo com a disparada das ações da varejista nos últimos meses, analistas do Bradesco BBI dizem por que ainda há motivos para manter o otimismo; para eles, o setor de eletrônicos e móveis caminham rumo à recuperação dos níveis pré-crise e isso deve nos próximos 6 a 8 trimestres

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(Divulgação)

SÃO PAULO – Com resultados animadores trimestre a trimestre impulsionados pelo segmento de e-commerce, difícil encontrar quem tenha um pé atrás com as ações do Magazine Luiza (MGLU3) – mesmo com os ganhos de cerca de 3.200% do final de 2015 até agora. Das 9 recomendações de bancos e corretoras compiladas pelo Terminal Bloomberg, 5 têm compra para os papéis, enquanto três dizem para manter e apenas um indica a venda. 

Em um relatório recente do Bradesco BBI, que reforça a compra para a varejista e revisa para cima o preço-alvo do papel de R$ 420,00 para R$ 575,00 em 2018, um outro chama ainda mais atenção para aqueles que buscam sinais do porquê seguir otimista com a companhia. 

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Para os analistas Richard Cathcart, Mariana Vergueiro e Helena Villares, que assinam o relatório do banco, lançam luz para 4 gráficos que apontam para uma única direção: o setor de eletrônicos e móveis caminha em direção à recuperação do crescimento – após ver uma queda de vendas de 30% no pico da recessão – e isso deve ocorrer nos próximos 6 a 8 trimestres. 

Veja abaixo os gráficos: 

Gráfico 1
Na crise de dezembro de 2000 a setembro de 2001, a categoria de eletrônicos e móveis tiveram a maior queda, mas depois de 14 meses voltaram aos níveis pré-crise

Gráfico 2 

Durante a crise de outubro de 2002 a junho de 2003, essa também foi a categoria que mais
sofreu, mas depois de 11 meses voltou ao nível pré-crise

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Gráfico 3

A crise de 14 de abril a 16 de dezembro é mais longa em comparação com as anteriores, mas esperamos os analistas do Bradesco esperam que a tendência dos produtos eletrônicos e móveis retornem ao nível de pré-crise dentro de 6 a 10 trimestres

Gráfico 4

Os analistas do banco alertam para três cenários para a recuperação dos níveis pré-crise da categoria de eletrônicos e móveis: 1) em mais seis trimestres (o cenário “rápido”); 2) em oito trimestres (o cenário-base); e 3) dez trimestres (o cenário “lento”). Eles estimam um crescimento anual por trimestre de 18%, 14% e 11%, respectivamente.

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Paula Barra