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Alexandre de Moraes sofreu uma punição severa, expressa, da Casa Branca. Suas “diferenças” com Donald Trump custaram caro.
A Lei Magnitsky é tão complexa que, durante algumas horas, era difícil determinar o que de fato iria acontecer com o ministro do STF. A conclusão talvez seja que, além de toda parcela internacional, seriam vedadas as contas ativas inclusive no Brasil, o uso da Uber e até assistir séries na Netflix.
A discussão migra para se teremos uma escalada para demais membros do ministério, se mais sanções serão impostas. Será que isso vai gerar contramedidas por parte do governo brasileiro? Será que teremos mais investidas em direção do discurso da soberania nacional?
Episódios sérios, mas que concluem algo razoável. O maior incômodo do investidor médio não deveria estar diversificado globalmente.
Estamos diante da maior revolução desde a criação da internet, em patamares similares a eletricidade: a inteligência artificial. O ser humano não consegue quantificar nada que seja extremamente exponencial.
Os analistas erraram todas as projeções de vendas de iPhone. Não conseguem entender o potencial real do que está se movendo.
Eficiências estão construídas, aplicação de IA para cortes de custo em massa. As companhias que já eram monopólios não regulados, agora estão ainda mais lucrativas.
Os resultados publicados na temporada de resultados não me deixam mentir. Por que só falamos da oportunidade de ganho na bolsa brasileira, nas NTN-Bs ou no dólar/real?
O que houve com a nossa capacidade de crítica, enquanto os instrumentos dispostos estão no momento mais abundante. É difícil não estar exposto aquilo que vai mudar tudo por completo.
A melhor forma de se proteger é comprar a própria ameaça.
