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Analisando ações: como fazer trades se você tem pouco tempo para operar

Recorde: número de vagas formais no Brasil supera os 2,147 milhões no ano

Na análise mensal, o setor de Comércio (+54.590 postos) se destacou como dinamizador do emprego com carteira assinada

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SÃO PAULO – O número de empregos formais no Brasil atingiu um resultado recorde na série histórica do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), segundo dados divulgados nesta quinta-feira (20) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego): de janeiro a outubro de 2008, a geração de empregos formais superou a marca de dois milhões, com 2.147.971 postos (+7,42% no período).

Ainda de acordo com o levantamento, nos últimos 12 meses, a variação acumulada atingiu alta de 6,70%, o que corresponde à geração de 1,953 milhões de vagas.

Somente no décimo mês do ano, foram criados 61.401 empregos com carteira assinada, o que representa crescimento de 0,20% em relação a setembro.

Crescimento setorial

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Na análise mensal, o setor de Comércio, com acréscimo de 54.590 postos (+0,81%) em outubro, se destacou como dinamizador do emprego com carteira assinada.

A lista do melhor resultado do mês segue com o setor de Serviços, com 36.142 empregos gerados (+0,30%).

Também com destaque no período aparecem o setor de Indústria da Transformação, que no mês de outubro registrou acréscimo de 8.730 postos de trabalho (+0,12%), e a Construção Civil, com 2.149 novos postos (+0,12%).

A Agricultura, por motivos sazonais relacionados à entressafra no centro-sul do país, apresentou redução no contingente de assalariados com carteira assinada (-38.422 postos de trabalho ou -2,21%).

Análise regional

Segundo os dados do Caged, 20 estados apresentaram resultados positivos, destacando-se: São Paulo (+34.353 postos criados), Rio de Janeiro (+14.240), Santa Catarina (+8.976) e Rio Grande do Sul (+8.873).

No conjunto das nove áreas metropolitanas, o emprego cresceu 0,35% em outubro, com a criação de 44.469 postos de trabalho. Tal geração foi oposta à observada nos municípios dos estados não integrantes desses aglomerados urbanos, que apresentaram redução de 0,06%, com 7.458 postos a menos.

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