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SÃO PAULO – No confronto com o mesmo mês de 2008, quando registrava R$ 1.321,77, o rendimento médio real da população ocupada apresentou aumento de 1,9% em setembro, chegando a R$ 1.346,70. Já na comparação com agosto (R$ 1.336,80), o avanço foi de 0,6%.
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (22), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.
Renda por região
Frente a setembro do ano passado, todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas apresentaram alta no rendimento médio real da população ocupada.
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No período, Recife teve a maior variação, com alta de 5,3% no rendimento. Em seguida aparecem Porto Alegre (5,2%), Salvador (2,8%), Rio de Janeiro (1,7%), São Paulo (1,4%) e Belo Horizonte (0,6%).
Na comparação com o mês imediatamente anterior, Recife (5,5%), Salvador (2,8%) e São Paulo (1,1%) registraram alta, enquanto Belo Horizonte (-2,6%) teve queda.
Autônomos, formais e informais
Na comparação anual, o rendimento médio das pessoas que trabalhavam por conta própria apresentou alta de 3,1%. Na comparação mensal, houve elevação de 0,5%, atingindo R$ 1.129,40.
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Os salários dos empregados do setor privado sem registro apresentaram evolução de 5% frente a 2008 e queda de 2,2% sobre agosto, ficando em R$ 891,60.
Para quem trabalha no setor privado com carteira assinada, os rendimentos registraram alta de 1,6% na comparação anual. Frente a agosto de 2009 houve aumento de 2%, com o rendimento registrando R$ 1.286.
Renda por atividade econômica
No mês passado, frente a agosto, das sete atividades econômicas analisadas, os profissionais que trabalham no setor de Serviços domésticos; Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água; e Outros serviços foram os que mais viram sua renda cair, em média, 0,3%, 1,4% e 0,9%, respectivamente.
Já Serviços prestados para a empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira registrou a maior elevação, de 4,4%. Construção, também teve aumento de 1,3% nos rendimentos entre agosto e setembro de 2009.
Os demais ficaram da seguinte maneira: Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais domésticos e comércio a varejo de combustíveis apresentou leve aumento, de 0,3%; e profissionais de educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, alta de 0,6%.
Confronto anual
No confronto anual, os setores de Serviços prestados a empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira; Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água; e outros serviços registraram queda no rendimento médio real, de 1,1%, 1,7% e 3,4%, nesta ordem. Todas as outras atividades registraram incremento no período, sendo que a Construção apresentou a maior variação, de 20,8%.
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O setor foi seguido pelos segmentos de educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, que registrou alta de 4,2%.