RADAR INFOMONEY Aposta em alta de ações da Suzano, Bolsa cai com temor na Europa e a "nova CPMF"; assista ao programa desta sexta

Aposta em alta de ações da Suzano, Bolsa cai com temor na Europa e a "nova CPMF"; assista ao programa desta sexta

IBGE: rendimento médio do trabalhador aumenta 5,7% em 12 meses

Referência é agosto de 2007; no confronto mensal, a alta foi de 2,1%, atingindo R$ 1.253,70 em agosto de 2008

SÃO PAULO – O rendimento médio real da população ocupada (R$ 1.253,70) apresentou alta de 2,1% na comparação com julho. Já no confronto com agosto do ano passado, o valor aumentou 5,7%.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (25), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.

Renda por região

Frente a julho, Recife (2,3%), Belo Horizonte (0,5%), Rio de Janeiro (3,5%), São Paulo (1,9%) e Porto Alegre (2,1%) registraram alta no rendimento médio real da população ocupada. Já Salvador (-0,6%) apresentou queda.

PUBLICIDADE

Na comparação anual, o salário médio da população ocupada cresceu em cinco das regiões pesquisadas: Salvador (6,4%), Belo Horizonte (3,5%), Rio de Janeiro (11,8%), Porto Alegre (2,1%) e São Paulo (4,6%). Recife (-6,5%) registrou declínio.

Autônomos, formais e informais

Em agosto, o rendimento médio das pessoas que trabalhavam por conta própria apresentou alta, atingindo R$ 1.066,60 (variação de 2,1%). Frente ao oitavo mês de 2007, houve acréscimo de 12,3%.

Já os salários dos empregados do setor privado sem registro aumentaram 2,9% no confronto mensal, ficando em R$ 842,30, e 5,3% na comparação com agosto do ano passado.

Para quem trabalha no setor privado com carteira assinada, os rendimentos obtiveram alta de 3,9% no oitavo mês de 2008, atingindo R$ 1.209,20. Frente a agosto de 2007, houve aumento de 4,1%.

Renda por atividade econômica

No mês passado, frente a julho, os profissionais de quatro atividades econômicas tiveram alta na renda: indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (3,9%), serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,7%), serviços domésticos (0,8%) e outros serviços (2,9%).

Já construção (2,1%) e comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (1,1%) apresentaram quedas.

O setor de educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social se manteve estável.

Considerando o confronto anual, todos os setores tiveram aumento no rendimento médio real habitualmente recebido.