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SÃO PAULO – O rendimento médio real da população ocupada aumentou 2,3% em abril, no confronto com o mesmo mês de 2009, chegando a R$ 1.424,10. Já na comparação com março deste ano, o valor ficou praticamente estável.
Os dados, divulgados nesta quinta-feira (27), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.
Renda por região
Frente a abril do ano passado, as seis regiões metropolitanas pesquisadas apresentaram alta no rendimento médio real da população ocupada.
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No período, Porto Alegre teve a maior variação, com alta de 6,72% no rendimento. Em seguida, aparecem Belo Horizonte (4,82%), Salvador (3,70%) e Rio de Janeiro (3,60%).
Recife e São Paulo apresentaram os menores incrementos em comparação com as outras regiões. A cidade nordestina ficou em 2,51%, já a paulista com apenas 0,32%.
Autônomos, formais e informais
Na comparação anual, o rendimento médio das pessoas que trabalhavam por conta própria apresentou alta de 3,1%. Na comparação mensal, houve queda de 0,3%.
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Já os salários dos empregados do setor privado sem registro apresentaram elevação de 9,4% frente a abril de 2009 e recuo de 5,6% sobre o mês passado.
Para quem trabalha no setor privado com carteira assinada, os rendimentos registraram aumento de 1,7%, na comparação anual, e queda de 0,3%, na comparação com março.
Renda por atividade econômica
No mês passado, frente a março, das sete atividades econômicas analisadas, quatro registraram quedas: comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (-2,2%), serviços prestados a empresa, aluguéis, atividades imobiliária e intermediação financeira (-2,2%), educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (-0,6%) e construção (-0,5%).
Já a maior elevação no mês, de 5,2%, ficou com outros serviços. O setor de indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água também apresentou aumento, de 0,2%. Serviços domésticos permaneceu estável.
Confronto anual
No confronto anual, educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social e serviços prestados a empresa, aluguéis, atividades imobiliária e intermediação financeira apresentaram queda em abril, de 1,3% e 1%, respectivamente.
As elevações ficaram com construção (13,4%), outros serviços (6,2%), serviços domésticos (4%), comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (2,5%) e indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (1,4%).