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Gestores têm dificuldade em controlar profissional que trabalha em casa

Pesquisa mostra que no Brasil 64% das empresas já permitem o home office para casos específicos

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SÃO PAULO – O home office ainda é um mistério para muitos gestores. De acordo com uma pesquisa global da Robert Half, para 92% dos diretores de Recursos Humanos coordenar uma equipe remota é mais desafiador do que a gestão de profissionais no local de trabalho.  

No entanto, no Brasil, 64% das empresas declaram já permitir, às vezes e apenas para alguns cargos, que seus colaboradores trabalhem em casa, enquanto 11% dizem ter uma política fixa, e válida para todos os funcionários. “Observamos que aos poucos as empresas começam a flexibilizar e testar o home-office e é um processo ainda em maturação”, afirma o gerente sênior da Robert Half, Caio Arnaes. 

No entanto, a pesquisa, feita com 1.777 diretores de RH de 13 países e grandes centros, revelou que mesmo trabalho remoto sendo liberado de alguma forma no Brasil para 64% das empresas, apenas 52% afirmam que a companhia tem uma política e ou orientações para gestão do trabalho remoto.

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“Algumas empresas permitem pela questão da mobilidade outras por enxergarem como um benefício ao colaborador, mas poucas ainda possuem a política para todos e com regras e orientações claras”, completa. 

Trabalho seguro
Para 49% dos diretores de RH, o trabalho remoto não é permitido, pois há necessidade dos profissionais estarem fisicamente na empresa para executar as funções.  Outros 29% acreditam que a falta de supervisão é o motivo para para não liberar home-office, enquanto 28% apostam em em razões de segurança.

Na média mundial, com exceção dos casos em que a presença na organização é obrigatória, 30% dos diretores de RH acreditam que o principal motivo para não permitir o trabalho remoto é em função da segurança.

 

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