Construção civil brasileira abriu mais de 98 mil vagas formais em 2006

Segundo o SindusCon-SP, o setor fechou o ano empregando 1,49 milhão de trabalhadores com carteira assinada

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SÃO PAULO – A construção civil brasileira registrou um aumento de 7% no nível de emprego no ano passado. No total, 98,1 mil vagas de trabalho com carteira assinada foram criadas no País.

De acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira (23) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), o setor fechou o ano empregando mais de 1,49 milhão de trabalhadores formais.

Queda em dezembro

No último mês de 2006, o nível de emprego na construção civil brasileira apresentou queda de 2,5% na comparação com novembro, como já era esperado. Com isso, houve a demissão de 37,7 mil trabalhadores formais.

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Em dezembro, todas as regiões do País registraram redução nos postos de trabalho, com destaque para o Norte, cuja variação atingiu -6,4%, o que significa o corte de 4.616 vagas de emprego com carteira assinada.

Na seqüência vieram o Centro-Oeste (-3,4% e 3.834 empregos a menos), o Nordeste (-3,2% e -8.842 vagas), o Sul (-2,1% e 4.657 postos cortados) e o Sudeste (-1,8% e -15.786 trabalhadores formais).

Estado de São Paulo

Analisando o nível de emprego na construção do Estado de São Paulo, a pesquisa mostra que houve a contratação de 27,8 mil trabalhadores no ano passado, sendo que o setor fechou 2006 empregando 412,7 mil pessoas com carteira assinada.

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Em dezembro, no entanto, o nível de emprego diminuiu 0,8%, o que representa 3,2 mil trabalhadores formais a menos. Apesar de todas as regiões terem apresentado decréscimo, o destaque ficou com Presidente Prudente (-4,35% e 261 vagas a menos).

Na Capital paulista, o nível de emprego da construção civil cresceu 9,2% ao longo de 2006, o que fez o setor totalizar 198 mil trabalhadores formais. No último mês do ano, foi verificada uma queda de 0,7%, ou o corte de 1.344 postos de trabalho.