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Flash já capturou R$ 800 mi e usa IA para dobrar produção e elevar conversão

Empresa já agenda mais de 5 mil reuniões com apoio de agentes de IA na operação comercial

Yeska Coelho

Guillermo Gomez
Chief Revenue and Marketing Officer na Flash (Foto: Gustavo Scatena)
Guillermo Gomez Chief Revenue and Marketing Officer na Flash (Foto: Gustavo Scatena)

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A inteligência artificial é hoje um dos principais pilares estratégicos de qualquer empresa que opera no digital. Mas poucas são aquelas que conseguem ver o impacto real da tecnologia nos negócios – e na receita.

Durante a Cortex Summit 2025, Guillermo Gomez, vice-presidente de marketing e vendas da Flash, falou sobre como a companhia estruturou seu crescimento recente em três pilares estratégicos: fortalecimento de produto e awareness, diversificação da máquina de Go-to-Market e o uso intensivo da inteligência artificial como motor de eficiência e escalabilidade.

A empresa, que já capturou mais de R$ 800 milhões em rodadas de investimento e tem foco em benefícios flexíveis, compartilhou como o uso de IA foi essencial para escalar a virada de público e modelo de negócio.

“Estamos na era em que tudo isso é possível de maneira inteligente e endereçada. Sem IA não poderíamos sonhar com isso”, disse Gomez.

Mais escala, menos custo

A adoção de inteligência artificial tem transformado tanto a operação quanto a performance comercial da companhia. Eles criaram múltiplos agentes de IA e apostaram em modelos de IA preditiva para desenvolver soluções para aumentar a força comercial, e conseguir uma ampliação no público-alvo.

“Fazemos mais com o mesmo e até com menos. Conseguimos mais eficiência, do micro ao macro, da criação de campanhas até agentes de AI que já vendem por nós”, afirma Gomez.

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Dobrar a produção do marketing, otimizar campanhas atuais e penetrar de forma consistente no público B2B. Esses foram alguns dos resultados obtidos pela empresa nos últimos anos com a adoção das soluções.

“A tecnologia já permitiu mais do que dobrar a quantidade de peças produzidas mensalmente, reduzir em 33% o tempo de produção do time de criação e cortar em 80% o tempo de desenvolvimento de briefings – isso em um período de menos de três anos.

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