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Conexão “humano-máquina” é o novo ouro da Cortex, empresa de IA e go-to-market

Conceito propõe uma simbiose entre homem e máquina, em que a tecnologia não substitui, mas potencializa a capacidade humana de gerar resultados

Yeska Coelho

Foto: Gustavo Scatena
Foto: Gustavo Scatena

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A inteligência artificial (IA) já é considerada um dos principais motores de transformação da economia global. Considerada como a “nova eletricidade” em termos de impacto social, seus desdobramentos e impactos nos negócios foi tema do Cortex Summit 2025.

Daniel Pires, CEO e co-fundador da Cortex, palestrou durante a manhã no evento, que acontece em São Paulo, e apresentou o novo posicionamento de marca da empresa, que foca na “inteligência aumentada”, que tem como definição a união entre IA e inteligência humana.

“Só a inteligência humana é capaz de imaginar cenários e ser criativa. É por isso que acreditamos na inteligência aumentada: a verdadeira simbiose entre humanos e máquinas.”

A Cortex desenvolve soluções de Big Data e IA para apoiar áreas de marketing, vendas e comunicação de grandes corporações, ajudando-as a identificar oportunidades, analisar mercados e acelerar estratégias de crescimento.

A promessa e a realidade da IA

Apesar do potencial, a adoção da IA ainda carrega um paradoxo: se ela promete revolucionar os negócios, por que as empresas têm dificuldade em gerar valor real?
Segundo pesquisa do MIT divulgada esse ano, 95% das companhias falham em acelerar receita com IA.

Ao mesmo tempo, apenas 1% dos líderes empresariais consideram suas organizações maduras no uso da tecnologia, de acordo com a McKinsey. Para Pires, o maior desafio não está em infraestrutura ou falta de talentos, mas em aprender com feedback, ajustar contexto e melhorar ao longo do tempo. “Independente se é um fornecedor ou parceiro de negócios que traz essas habilidades, isso ajuda de fato a extrair mais valor da IA”, destaca.

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Esse processo exige uma cultura organizacional voltada para experimentação, tolerância ao erro e ciclos constantes de iteração — princípios que muitas companhias ainda resistem em adotar.

Inteligência Go-to-Market: IA na estratégia comercial

Outro tema central discutido pelos co-fundadores do evento foi a chamada Inteligência Go-to-Market, conceito defendido pela Cortex. A proposta é usar dados e algoritmos para potencializar clientes em qualquer indústria ou modelo de negócio, tornando-os mais aptos a tomar decisões estratégicas.

Essa abordagem conecta a IA diretamente ao que mais importa para as empresas: crescer de forma sustentável e previsível. Ao aplicar inteligência de dados a estratégias comerciais e de mercado, companhias podem otimizar desde campanhas de marketing até a prospecção e priorização de contas estratégicas.

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A seguir, confira na íntegra o novo manifesto da empresa:

Sabemos que não basta ter dados. É preciso saber quando e onde usá-los.
Por isso, vemos o que muitos não percebem. Existe uma inteligência que otimiza, agiliza
e torna os processos mais eficientes. Essa é a inteligência artificial. Mas também há uma que amplia, que questiona, que conecta pontos invisíveis. É a inteligência humana.

Acreditamos que o futuro está em somar. Em elevar à potência máxima o encontro entre humanos e tecnologia. Essa é nossa especialidade: inteligência ampliada, colaborativa. Inteligência Aumentada.

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Feita por quem entende. Alimentada pela união entre Inteligência Humana e IA.
Guiada por uma metodologia que é nossa. Mais do que uma ferramenta, somos um modo de pensar. Isso é ser Cortex.

Onde arriscam, calculamos. Onde inferem, analisamos. Onde há excesso, somos precisos.

O nosso jeito de tomar decisões, acelera seu crescimento. De negócios a carreiras.
De equipes a ecossistemas. Ao nosso lado todos crescem juntos.

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Nossa inteligência entrega as respostas para cada desafio. Revela oportunidades, direciona ações e fortalece reputações. Ajuda a escolher com precisão: o ponto físico, o portfólio ou mesmo a próxima conversa.