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Audiência não é sinônimo de sucesso financeiro, diz Mica Rocha

Influenciadora e empreendedora compartilha lições sobre fracassos e acertos na economia dos criadores durante evento da MBA Brasil

Amanda Garcia

Mica Rocha na Conferência MBA Brasil 2025 (Foto: Isabela Rosa/MBA Brasil)
Mica Rocha na Conferência MBA Brasil 2025 (Foto: Isabela Rosa/MBA Brasil)

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BOSTON (EUA) – Audiência não garante faturamento. Essa é a definição de Mica Rocha, influencer e fundadora da Misha, Open Era e Color Made, com mais de 1,5 milhão de seguidores apenas no Instagram.

Creator economy é legal, mas a audiência, por mais que ela te ame, não garante faturamento. Eu tinha 1 milhão de seguidores, com engajamento, mas quebrei”, disse Mica durante um evento promovido pela MBA Brasil.

A marca de sapatos que fracassou, segundo Mica, “não tinha o meu potencial e vários erros foram cometidos”. Ela acrescenta: “Uma ideia autêntica às vezes pode ser só seu ego.”

A franqueza vem acompanhada da clareza de que ela encontrou o caminho certo com suas outras marcas.

“Sou blogueira millennial, e você percebe a mudança de geração e comportamento. Vivemos uma dualidade, e às vezes questiono se estou envelhecendo e ficando desinteressante”, afirmou.

Mica percebe essas dualidades também no relacionamento com as redes sociais, já que “vive dois mundos”: o da influenciadora e o da líder de marcas de sucesso. “Antes, achava que todo mundo tinha que gostar de mim.”

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Hoje, ela lidera uma empresa de semijoias, uma marca de roupas e ainda mantém uma escola de negócios para empreendedoras.

Encontro com estudantes de MBA

Mica Rocha participou da quarta edição da Conferência MBA Brasil. Neste ano, 300 estudantes brasileiros estiveram presentes no MIT Media Lab, em Boston, nos Estados Unidos, e ouviram palestras de temas como IA, transformações do mercado, sustentabilidade, transformação digital e muito mais.