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O governo deve aumentar o salário-mínimo do Brasil para R$ 1.627 em 2026 — uma variação de 7,18% do valor atual, de R$ 1.518. O aumento é levemente maior comparado ao ajuste feito entre 2024 e 2025, quando registrou acréscimo de R$ 106.
A mudança está prevista no projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) do próximo ano, que estabelece ainda um limite de despesas primárias de R$ 2,428 trilhões. O número ficou quatro reais abaixo do divulgado anteriormente, depois que a equipe econômica revisou para baixo a expectativa de inflação deste ano.
O governo também atualizou as previsões para os próximos anos. As projeções agora apontam R$ 1.721 em 2027, 1.819 reais em 2028 e R$ 1.903 em 2029, todos números um pouco menores que os previstos inicialmente no projeto orçamentário.
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Esse reajuste no piso salarial foi calculado com base na inflação mais um ganho real de 2,5%. No entanto, pode sofrer edições caso o Congresso Nacional avalie como necessário.
Ainda assim, a expectativa é de que as análises do Orçamento de 2026 sejam finalizadas ainda este ano, o que significa um novo valor do salário básico logo no início do ano.
Caso seja autorizado, os trabalhadores formais começam a receber o novo valor do salário-mínimo em fevereiro de 2026, pagamento referente aos serviços prestados em janeiro.
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Vale lembrar que esse valor corresponde à remuneração básica que um trabalhador formal pode receber, influenciando em outros benefícios do regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como previdência, FGTS e pensões.
