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Decade traz Rodrigo Xavier, ex-UBS Pactual, e reforça conselho consultivo

A trajetória de Xavier também se estende ao universo da tecnologia e do empreendedorismo, especialmente a partir de sua passagem por Stanford, onde fundou o Brazilian Silicon Valley

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A Decade, plataforma que combina inteligência artificial e expertise humana para gestão de patrimônio, anunciou a chegada de Rodrigo Guedes Xavier ao seu conselho consultivo de investimentos. Com mais de três décadas de atuação no mercado financeiro, o executivo foi CEO do Bank of America Merrill Lynch no Brasil, sócio e membro do comitê executivo do Banco Pactual, depois CEO do UBS Pactual e foi cofundador da Vinci Partners.

A trajetória de Xavier também se estende ao universo da tecnologia e do empreendedorismo, especialmente a partir de sua passagem por Stanford, onde fundou o Brazilian Silicon Valley, uma iniciativa dedicada a conectar inovação, negócios e desenvolvimento econômico.

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A chegada do novo executivo marca o encontro de duas trajetórias que partiram de lugares diferentes e convergiram para a mesma visão sobre o futuro das finanças. De um lado, um executivo que construiu sua carreira em algumas das principais instituições do mercado financeiro e passou a explorar o potencial da tecnologia para transformar modelos de negócio. Do outro, Vitor Olivier, cofundador e CEO da Decade, que começou na área de tecnologia, tornou-se CTO do Nubank e, depois de participar da construção de uma das maiores plataformas financeiras digitais do mundo, decidiu aplicar essa experiência à forma como as pessoas administram seu patrimônio.

“Acompanhar a evolução do mercado financeiro foi parte fundamental da minha trajetória ao longo das últimas décadas. Ao me aproximar do universo da tecnologia, percebi novas possibilidades para transformar a maneira como as pessoas se relacionam com suas finanças”, reflete Xavier. “Passo a integrar o conselho consultivo da Decade para contribuir com o conhecimento acumulado ao longo desses anos e ajudar a construir soluções que apoiem as pessoas na gestão de seu patrimônio pelas próximas décadas”, complementa.

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A complementaridade entre essas experiências é um dos principais pontos de conexão entre Xavier e a Decade, diz a empresa, que aposta na combinação entre a capacidade de análise e de personalização da inteligência artificial e o conhecimento de profissionais com ampla experiência no mercado financeiro para tornar a gestão patrimonial mais acessível, sofisticada e alinhada aos objetivos de cada cliente.

“Rodrigo passou décadas entendendo como o mercado financeiro funciona e, depois, mergulhou no universo da tecnologia. Eu construí minha carreira desenvolvendo tecnologia e, ao longo dos anos no Nubank, fui entendendo cada vez mais os desafios do mundo financeiro”, pontua Vitor Olivier, fundador e CEO da Decade. “Essa troca de perspectivas é extremamente valiosa para o que estamos construindo. Acreditamos que a tecnologia pode ampliar o acesso a uma gestão patrimonial mais sofisticada, mas isso só é possível quando a ação está apoiada em conhecimento profundo, independência e boa capacidade de julgamento”, diz.

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Administração de portfólios

Duas semanas após o lançamento, a plataforma analisou mais de R$ 10 bilhões em carteiras de investimentos e identificou que cerca de 78% dos clientes possuíam ao menos um investimento não recomendado pela empresa, considerando critérios como custos, eficiência fiscal, risco, retorno e adequação ao restante da carteira. Em outra análise, entre 7.005 fundos avaliados para a construção de sua lista de recomendações, 2.925 passaram pelos filtros sem sinalizações e apenas 74 foram selecionados para a lista final.

Esse diagnóstico, avalia a companhia, evidencia que, mesmo entre pessoas que já têm o hábito de investir, administrar patrimônio envolve decisões complexas e exige acompanhamento constante. Mais do que ter acesso a uma grande variedade de produtos financeiros, o desafio está em identificar quais alternativas são adequadas a cada contexto e como elas contribuem para os objetivos de longo prazo.

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Conforme Olivier, a entrada de Xavier amplia o repertório de especialistas que contribuem para a Decade, reforçando a visão de que o avanço da inteligência artificial no setor financeiro não elimina a importância da experiência humana, mas cria novas possibilidades para aplicá-la em escala. Para a empresa, o desafio não está apenas em processar mais informações, mas em transformar esse conhecimento em decisões financeiras mais consistentes, personalizadas e orientadas ao longo prazo.