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SÃO PAULO – A variação de preços medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) apresentou deflação e encerrou a terceira semana de junho em -0,15% – resultado 0,17 ponto percentual menor que o registrado na semana anterior, terminada no dia 15 de junho, que foi de 0,02%.
O índice, calculado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e divulgado nesta segunda-feira (27), aponta que esta é a menor taxa desde a terceira semana de agosto de 2010. Dentre os sete grupos analisados, dois apresentaram queda nos preços, dois tiveram aumentos menos intensos, dois aceleraram e um não variou.
A variação dos preços dos produtos e serviços que constituem os grupos Alimentação e Transportes foi a principal responsável pelo resultado geral do IPC-S. No primeiro caso, houve deflação de 0,89%, ante -0,50% da semana anterior; no segundo, a deflação também foi mais intensa que a da semana passada, ao passar de -1,09% para -1,32%.
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Em Alimentação, a deflação partiu do item hortaliças e legumes (de -1,94% para -3,30%); enquanto que em Transportes, a principal influência para a variação do índice partiu do item gasolina, cuja taxa passou de -2,97% para -3,89%.
Outros grupos
Os grupos Habitação (0,54% para 0,42%) e Despesas Diversas (0,15% para 0,13%) também contribuíram para a desaceleração da inflação no período analisado. Nestes casos, as principais influências para os resultados obtidos foram dos seguintes itens: taxa de água e esgoto residencial (1,44% para 0,57%) e cerveja (1,87% para 1,34%), nesta ordem.
Em sentido oposto, os grupos Vestuário (0,79% para 1%) e Educação, Leitura e Recreação (0,44% para 0,54%) registraram acréscimos em suas taxas, refletindo as variações dos itens calçados (-0,58% para -0,35%) e passagem aérea (14,46% para 16,39%).
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O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a mesma taxa apurada uma semana antes, de 0,55%.