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Confiança do consumidor apresenta alta em junho e atinge 123 pontos

De acordo com a ACSP, INC subiu 3 pontos no sexto mês do ano; segurança no emprego voltou a predominar

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SÃO PAULO – De acordo com a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o INC (Índice Nacional de Confiança do Consumidor) avançou 3 pontos em relação a maio, ficando em 123 pontos no sexto mês do ano.

Os números apontam para uma melhora na confiança do consumidor no mês passado. Já em relação ao mesmo mês do ano passado, quando estava em 139 pontos, houve queda de 16 pontos.

O estudo, feito pela Ipsos Public Affairs e divulgado nesta terça-feira (14) pela ACSP, indica otimismo quando está acima de 100 pontos e pessimismo quando se encontra abaixo dessa pontuação.

Destaque

As regiões Norte/Centro-Oeste são as mais otimistas, com 143 pontos. Nessas regiões, o índice apresentou a maior alta em um mês, de 15 pontos. Em seguida, aparece o Sudeste, com 138 pontos.

Segundo a pesquisa, que ouviu mil pessoas em nove regiões metropolitanas do País, o Sul e o Nordeste são as localidades mais pessimistas, com 106 e 100 pontos, respectivamente. Na primeira região, houve queda de 5 pontos apurados em um mês, enquanto, na segunda, houve recuo de 1 ponto.

Situação atual

Os dados da pesquisa ainda revelam que, em junho, voltou a predominar o número de consumidores que se sentem mais seguros no emprego, com 33% dos entrevistados, contra 32% que se sentem menos seguros, após quatro meses de resultados contrários, desde fevereiro.

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Ainda segundo o levantamento, 45% dos entrevistados acreditam que a economia da região onde moram está no mínimo razoavelmente forte, ante 42% em maio. Os que acham que ela está no mínimo razoavelmente fraca representam 28%, mesma proporção do mês anterior.

Revertendo a tendência dos meses passados, em junho, a maior parte dos entrevistados tiveram a percepção de que a situação financeira pessoal melhorou.

Expectativas para o futuro

A média de pessoas que acham que a economia em que vivem estará mais forte nos próximos seis meses é de 36%, enquanto o índice das que acreditam que ela estará mais fraca é de 13%.

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Já a média das pessoas que dizem achar que sua situação financeira pessoal estará um pouco ou muito melhor daqui a seis meses ficou em 55% no mês passado. A média de quem considera que ela estará pior ou muito pior, por sua vez, é de apenas 10%.