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SÃO PAULO – De acordo com relatório da Iata (International Air Transport Association), no mês de julho, mesmo com tarifas mais baixas, a aviação internacional registrou queda na demanda de passageiros, de 2,9%, em relação ao registrado no mesmo período do ano passado. No sétimo mês do ano, o índice de ocupação ficou em 80,3%.
Apesar disso, a queda foi menor do que a registrada em junho deste ano, de 7,2%. No acumulado do ano, o recuo é de 6,8%.
“A demanda pode parecer melhor, mas o ponto principal ainda não melhorou. Nós notamos pouca mudança na queda sem precedentes nos rendimentos. Os próximos meses serão marcados por muitas incertezas, incluindo a queda no preço do petróleo. O caminho para a recuperação será lento e volátil”, disse o diretor-geral e CEO da Iata, Giovanni Bisignani.
Continentes
A diminuição na procura por viagens internacionais foi sentida em praticamente todos os continentes, sendo que a Ásia apresentou a maior variação negativa (-7,6%), devido ao impacto da Influenza A (H1N1).
A América Latina também registrou queda, de 3,5%, sendo a única região a ter um declínio mais intenso que nos outros meses do ano, quando a média era de -3%. Na América do Norte e na Europa, também foram registradas em julho diminuições menores às registradas no mês anterior, de 3,2% e 3,1%, respectivamente.
Já na África, houve queda de 5,5% na demanda, menos intensa do que a média do ano, de 8,6%. Já o Oriente Médio foi a única região a registrar alta, de 13,2%.
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