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SÃO PAULO – Diante de um cenário em que é preciso economizar, o melhor é pensar na energia solar como alternativa, principalmente para quem vive controlando a conta de luz.
Mas adotar a captação solar poderá ser obrigatório em condomínios, os quais devem preparar o bolso. Isso porque o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, encaminhou à Câmara Municipal, na quarta-feira (09), projeto de lei que determina que as edificações devem instalar equipamentos de captação de energia solar.
A proposta, que prevê que a energia solar aqueça a água dos prédios, se estende aos edifícios comerciais, de serviços públicos, privados e edificações industriais, além de construções novas ou não que tenham piscinas com água aquecida.
Regras
A proposta exige a instalação de equipamentos de captação de energia solar nas instalações hidráulicas e em redes de distribuição, em prédios multifamiliares ou unifamiliar que tenham até três banheiros por unidade habitacional. Nas construções populares, haverá regulamentação específica futura para adequação à nova proposta.
De acordo com o prefeito, este é um projeto que fazia falta à cidade, e que também falta no Brasil. “É de fundamental importância para as grandes cidades em todo o País. O Brasil não aproveita a energia solar e eu espero que a Câmara possa discutir essa nova proposta”.
Energia solar
As vantagens do sistema são que preserva um recurso natural, a energia, e agride menos o meio ambiente. No entanto, os aquecedores podem ser caros e significar um investimento grande.
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Os equipamentos são vendidos de acordo com a quantidade de pessoas que irão abastecer, porque são divididos com a capacidade de litros de água que conseguem armazenar. Para uma família de quatro pessoas, o mais indicado é o de 400 litros, que tem preços que variam de R$ 829 a R$ 1.959. Diante disso, vale a pena convocar uma reunião no prédio e ver se vale a pena o investimento.
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