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SÃO PAULO – A queda do preço da gasolina, é claro, agradou a maioria dos consumidores no sentido de que preço mais baixo é sempre bom, embora fosse esperada uma redução mais significativa nas bombas, o que efetivamente não aconteceu.
Entretanto, nem mesmo a pequena redução no preço do combustível foi suficiente para que a demanda pelo produto aumentasse. Isto porque o impacto da gasolina no bolso do consumidor levou muitos a optarem por outros meios de transporte para irem ao trabalho ou faculdade.
Postos oferecem até DVD
Nesse sentido, buscando tentar retomar as vendas nos patamares anteriores à alta dos combustíveis, diversos postos estão investindo em promoções voltadas para os motoristas que completarem o tanque.
O problema, contudo, é que nem sempre essas promoções são tão vantajosas assim, ao passo que, para adotar essa estratégia de vendas, os postos acabam cobrando cerca de R$ 0,10 a mais pelo preço dos combustíveis. Entretanto, os donos dos postos afirmam que a medida tem apresentado resultados positivos, com um incremento de 20% nas vendas após as promoções.
Além das lavagens gratuitas que já viraram moda nesse tipo de estabelecimento, os postos têm oferecido até mesmo aparelhos de DVD para seus clientes, através de programas de fidelidade.
Isto sem contar que outros também decidiram suavizar o custo da gasolina para quem deseja encher o tanque, parcelando a “compra” em cerca de três parcelas ou com cheques pré-datados para 60 dias, por exemplo.
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Consumidor deve se interar sobre preços praticados
Não há dúvidas de que estes chamarizes acabam atraindo mesmo os consumidores, entretanto, é preciso ficar atento para não acabar saindo em desvantagem. Nesse sentido, o melhor mesmo é ter idéia aproximada do preço cobrado nos postos de uma determinada região, para que você não saia no prejuízo.
Gasolina barata demais é sinal de alerta, pois pode estar “batizada”. Já os preços muito elevados também podem pesar no orçamento. Desta forma, o ideal mesmo é estar por dentro dos preços praticados no mercado. Para isto, você pode fazer a consulta de qualquer lugar do país através do site da Agência Nacional do Petróleo, a ANP.