Elétricas sobem, Petrobras tem alta após S&P e Vale cai mais de 1%

Confira a atualização dos principais destaques da Bovespa no pregão desta terça-feira

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11h10: Abril Educação (ABRE3, R$ 12,06, -0,33%)
A Abril Educação encerrou o quarto trimestre com receita líquida de R$ 511,3 milhões, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2013, acumulando R$ 1,27 bilhão em 12 meses. O lucro líquido ficou em R$ 56,2 milhões, contra R$ 63,3 milhões no mesmo período de 2013. Segundo o Itaú BBA, o resultado veio em linha, com grandes avanços em estratégia de sistema de aprendizagem.  

10h37: Vale (VALE3, R$ 20,05, -1,62%; VALE5, R$ 17,19, -0,75%)
As ações da Vale caem em meio a menores projeções do preço do minério de ferro. O Morgan Stanley cortou a previsão para a commodity em 28%, citando perda de força da economia chinesa. Ontem, o Citi reiterou um visão bearish (baixista) para o minério de ferro, com expectativa de que os preços caíam para baixo de US$ 50 a tonelada.  

10h35: Elétricas
As ações do setor elétrico sobem hoje em meio ao menor risco de racionamento. A expectativa otimista, segundo relatórios do BTG Pactual, JPMorgan e Bank of America Merrill Lynch, deve-se à melhora do regime de chuvas e queda do consumo devido às elevadas tarifas. Na Bolsa, destaque para as ações da Eletrobras (ELET3, R$ 5,93, +3,49%; ELET6, R$ 7,95, +3,25%), CPFL Energia (CPFE3, R$ 19,84, +2,11%), Light (LIGT3, R$ 14,78, +1,86%) e Cemig (CMIG4, R$ 13,24, +1,85%). 

10h28: Brasil Pharma (BPHA3, R$ 0,83, +2,47%)
Em resposta às especulações sobre troca de comando, a Brasil Pharma confirmou na véspera, por meio de comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que existem movimentações nesse sentido, mas que não houve, até o momento, formalização sobre tais assuntos. Uma reportagem do Valor de ontem apontava que a empresa iria contratar a consultoria do ex-presidente do Pão de Açúcar, Enéas Pestana, para trabalhar no processo de reestruturação da companhia, assim como deveria anunciar a saída de seu presidente José Ricardo da Silva. Sobre a contratação da consultoria, a Brasil Pharma não se pronunciou. 

10h26: TIM (TIMP3, R$ 11,43, +0,53%)
A TIM teve sua recomendação rebaixada de overweight (exposição acima da média) para manutenção pelo HSBC.  

10h23: Copel (CPLE6, R$ 35,04, +1,13%)
A Copel planeja ampliar a termelétrica a gás de Araucária em 200 megawatts e está em vias de fechar um acordo de fornecimento de gás de longo prazo com a distribuidora Compagas, afirmaram executivos da companhia paranaense de energia, na segunda-feira. A empresa, que encerrou 2014 com alta de 21,3% no lucro líquido, “não tem nenhuma dúvida” que vai conseguir obter a renovação de sua concessão de distribuição de eletricidade. 

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10h20: Saraiva (SLED4, R$ 5,74, +4,36%)
As ações da Saraiva seguem em alta pelo terceiro pregão seguido depois que a empresa anunciou que fará um estudo de reestruturação da unidade de negócios varejo, que será conduzido por um time de consultores, liderados por Enéas Pestana, em conjunto com executivos da Saraiva. Além disso, a empresa reportou na última quinta-feira lucro líquido de R$ 22,9 milhões no quarto trimestre de 2014, alta de 91% sobre o mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2014, o lucro líquido somou R$ 5,754 milhões, recuo de 56% na comparação com 2013.

10h18: PDG Realty (PDGR3, R$ 0,46, -2,13%)
Depois da disparada de 17,5% ontem, quando operadores de mercado atribuíram a alta a um movimento de “short squeeze”, as ações da PDG Realty operam em queda na Bolsa, figurando neste momento como a maior queda do Ibovespa.  

10h09: Petrobras (PETR3, R$ 9,30, +0,87%; PETR4, R$ 9,43, +0,86%) 
Assim como fez com a nota de crédito do Brasil, a agência de risco Standard & Poor’s manteve o rating da Petrobras em ‘BBB-‘. Em compensação, a agência cortou a perspectiva das notas de crédito da estatal de estável para negativa. A mudança na perspectiva da nota reflete a dificuldade da Petrobras de financiar seu plano de negócios e de acelerar o crescimento da produção, que ajudaria a reduzir o endividamento. 

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10h05: Gol (GOLL4, R$ 9,35, +1,08%)
As ações da Gol seguem movimento de alta da véspera depois que acionistas aprovaram a mudança no estatuto da empresa. Os acionistas aprovaram, em assembleia realizada ontem, a mudança na estrutura de capital e aprimoramento na governança corporativa da empresa. Um total de 81,7% dos acionistas participou da votação, e destes 99,7% aprovaram a proposta do conselho de administração da companhia. Somente entre os minoritários, a aprovação foi de 99%. A proposta apresentada pela Gol é criar uma “super preferencial” com dividendos 35 vezes maiores do que as ordinárias. As ações ONs serão elevadas na mesma proporção.