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Candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou na terça-feira (13) que, se eleito, pretende reavaliar pontos da reforma tributária aprovada durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Para o postulante do Partido Liberal, a simplificação dos impostos é um avanço na política econômica brasileira, mas serão necessários ajustes no sistema de tributação em vigor.

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“A reforma tributária não pode ser uma penalização grave para o contribuinte. Não podemos concordar que o Brasil terá o maior imposto agregado do mundo. Vamos aproveitar os pontos que avançaram, que simplificaram a legislação, mas tem vários pontos que precisamos discutir”, destacou durante coletiva de imprensa.
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Flávio também criticou a ausência de um percentual definido pelo governo e condenou a estimativa de que a nova alíquota-padrão possa alcançar 28%, o que poderia resultar, segundo ele, em uma carga tributária excessiva para a população.
Apesar das críticas à reforma proposta pelo governo Lula e a promessa de mudança, Flávio não destacou o que pretende alterar e quais dispositivos da atual legislação podem ser afetados.
Durante a campanha eleitoral no 1º turno, Flávio já havia defendido mudanças no sistema vigente afirmando que pretende reduzir a carga tributária. Coordenador da campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN) disse que as mudanças na reforma serão avaliadas por um grupo até o primeiro semestre de 2027.
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