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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (25/09) em queda de 0,17%, aos 5.189,5 pontos. Os contratos de minidólar deverão refletir a disputa entre o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior e os fatores domésticos. O dólar à vista recuou 0,19%, a R$ 5,1834, apesar do Datafolha manter Lula numericamente à frente de Flávio Bolsonaro, ainda em empate técnico, e do IPCA-15 superar as projeções, com altas de 0,70% no mês e 4,47% em 12 meses.
Para os traders de minidólar, o foco estará na repercussão do IPCA-15 sobre as expectativas para a Selic e nos desdobramentos da disputa eleitoral. O comportamento global do dólar também será importante para indicar a direção do contrato.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão no campo negativo, com uma leve correção no fim do pregão. O contrato terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mostra perda de força do movimento comprador e maior equilíbrio no curtíssimo prazo.
Para que o fluxo de baixa ganhe continuidade, será necessária a entrada de volume vendedor e o rompimento do suporte em 5.183/5.173 pontos. A perda dessa faixa poderá levar o ativo em direção a 5.166,5/5.151,5 pontos, com alvo mais longo na região de 5.128/5.104 pontos.
No sentido contrário, a retomada da alta dependerá da entrada de volume comprador e da superação da resistência em 5.206/5.219 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá buscar 5.235,5/5.257,5 pontos. Se o movimento comprador permanecer consistente, o alvo mais longo estará em 5.268/5.277 pontos.
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No gráfico diário, verifico que o minidólar recuou na última sessão, mas permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. O candle formado foi um spinning top, sinalizando indecisão e disputa entre compradores e vendedores após a recuperação recente.
A possível formação de um fundo duplo segue como um elemento favorável, mas ainda precisa de confirmação. Para dar continuidade à alta, o contrato deverá superar a região de resistência em 5.219/5.235,5 pontos. O rompimento dessa faixa poderá abrir espaço para avanços em direção a 5.277/5.342 pontos.
Por outro lado, a continuidade do movimento de baixa dependerá da perda dos suportes em 5.159, 5.093,5 e 5.052 pontos. Abaixo dessas referências, vejo possibilidade de intensificação das vendas, com alvos iniciais em 4.980/4.946 pontos.
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O IFR de 14 períodos está em 53,48 pontos, permanecendo em zona neutra e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.

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Dólar futuro (WDOV26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo negativo e passou a negociar abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração indica enfraquecimento no curto prazo e exige uma reação compradora para que o ativo volte a sustentar uma trajetória de alta.
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Para retomar o movimento positivo, o contrato precisará superar inicialmente a resistência em 5.194/5.219 pontos. O rompimento dessa faixa poderá levar o ativo à região de 5.257,5/5.277 pontos. Caso o fluxo comprador seja intensificado, os próximos objetivos estarão em 5.307 pontos e, no cenário mais longo, em 5.333,5 pontos.
Caso a pressão vendedora prevaleça, acompanho a perda dos suportes em 5.183/5.160/5.128 pontos. O rompimento dessa região poderá intensificar as baixas em direção a 5.104/5.093,5 pontos, com alvo mais longo em 5.065/5.050 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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