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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (22/09) em alta de 0,21%, aos 188.560 pontos. O Ibovespa avançou 0,44%, aos 187.422,92 pontos, após reverter uma queda mais intensa, apoiado pelo cenário eleitoral e pelas altas de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4). A ata do Copom manteve a perspectiva de juros restritivos, embora analistas ainda projetem novos cortes de 0,25 ponto percentual diante da desaceleração da atividade e da inflação. No exterior, o petróleo caiu abaixo de US$ 100 com a expectativa de negociações entre Estados Unidos e Irã; Wall Street terminou sem direção única, enquanto as bolsas europeias avançaram.
Para os traders de mini-índice, o comportamento de Vale, Petrobras, bancos e B3 será importante para indicar se o contrato mantém o fluxo positivo. A repercussão da ata do Copom, as novas pesquisas eleitorais e a trajetória do petróleo e das bolsas internacionais também poderão determinar se o Ibovespa futuro prolonga a recuperação ou enfrenta nova pressão vendedora.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão no campo positivo. Apesar da alta, o contrato recuou na parte final do pregão e terminou negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, sinalizando perda de força compradora no curto prazo.
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Para dar continuidade ao movimento de alta, será necessária a entrada de volume comprador e a superação da resistência em 189.145/189.730 pontos. Caso essa faixa seja rompida, o contrato poderá avançar até 190.075/190.585 pontos. Em um movimento mais prolongado, o próximo objetivo está localizado em 191.060/191.345 pontos.
Pelo lado vendedor, a retomada da baixa dependerá do rompimento do suporte em 188.345/187.630 pontos. A perda dessa região poderá ampliar a pressão vendedora e levar o mini-índice até 187.330/186.300 pontos. O alvo mais longo desse cenário está na faixa de 185.880/185.280 pontos.
No gráfico diário, vejo que o mini-índice voltou a fechar em alta e deu sequência ao fluxo positivo. A estrutura principal permanece favorável, uma vez que o contrato continua negociando acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
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Para que o movimento comprador ganhe força, será necessário superar, com volume, a resistência em 191.930/192.115 pontos. Acima dessa faixa, identifico potencial para um avanço em direção a 195.030/199.500 pontos.
No cenário de baixa, o primeiro sinal de enfraquecimento virá com a perda das médias móveis. Para aprofundar a correção, o mini-índice deverá romper a região de suporte em 187.240/183.670 pontos. Abaixo dessa faixa, os próximos objetivos estão localizados em 176.100/167.975 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 62,74 pontos, ainda em território neutro, mas se aproximando da região de sobrecompra. O indicador reforça a importância do volume para confirmar uma eventual continuidade da alta.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice fechou a última sessão em alta e permaneceu acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração preserva o viés comprador, embora a continuidade do movimento ainda dependa do rompimento das resistências seguintes.
Para avançar, o contrato deverá superar a região de 189.145/189.730 pontos. O rompimento dessa faixa poderá intensificar o fluxo comprador e abrir caminho para 191.060/191.930 pontos. Em seguida, os objetivos mais distantes estão localizados em 192.495/195.030 pontos.
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Para retomar o movimento de baixa, será necessário perder o suporte em 187.900/185.775 pontos. Abaixo dessa região, a pressão vendedora poderá aumentar e levar o mini-índice até 184.465/183.670 pontos. Em uma correção mais extensa, os alvos seguintes estão situados em 181.970/178.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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