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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (18/09) em baixa de 0,61%, aos 187.135 pontos. O Ibovespa recuou 0,41%, aos 185.229,17 pontos, e acumulou queda de 1,06% na semana, interrompendo uma sequência de quatro avanços semanais. Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e a maioria dos grandes bancos pressionaram o índice, enquanto os juros futuros terminaram sem direção única. No exterior, a alta dos Treasuries deixou Wall Street mista e derrubou as bolsas europeias, enquanto o Banco do Japão elevou os juros para 1,25% ao ano, maior nível em 31 anos.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na ata do Copom, no Relatório de Política Monetária e no IPCA-15, além das preocupações fiscais envolvendo o reajuste do Bolsa Família. O comportamento dos juros futuros, de Petrobras, Vale e bancos, somado à trajetória dos Treasuries e do petróleo, deverá indicar se o contrato amplia a correção após a semana negativa ou encontra espaço para recuperação.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice fechou no campo negativo, mas apresentou uma recuperação consistente na parte final da sessão. Esse movimento levou o contrato novamente para cima das médias móveis de 9 e 21 períodos, embora ainda não tenha sido suficiente para reverter a queda do dia.
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Para a continuidade do fluxo vendedor, será necessário romper o suporte em 186.795/186.390 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão de baixa e levar o contrato até 185.880/185.280 pontos. Em um movimento mais prolongado, o próximo alvo está localizado em 184.465/183.670 pontos.
No cenário de recuperação, avalio que a entrada de volume comprador deverá levar o ativo acima da resistência em 187.575/188.520 pontos. Caso esse rompimento seja confirmado, o mini-índice poderá avançar até 189.085/189.555 pontos. O objetivo mais longo desse movimento está na região de 190.075/190.585 pontos.
No gráfico diário, vejo que o mini-índice voltou a fechar em baixa, retomando o fluxo corretivo. Apesar disso, a estrutura principal permanece positiva, uma vez que o contrato ainda negocia acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos.
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A região das médias continua funcionando como suporte. Por isso, uma perda acompanhada de volume poderá fortalecer o movimento vendedor e abrir espaço para uma correção mais ampla. Para seguir em baixa, o contrato deverá romper a faixa de 187.100/183.670 pontos. Abaixo dela, os próximos suportes estão em 176.100/167.975 pontos.
Para retomar o movimento de alta, será necessário superar a resistência em 191.930/192.115 pontos, preferencialmente com aumento de volume. Acima dessa faixa, identifico potencial para um avanço até 195.030/199.500 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 59,78 pontos, ainda em território neutro e abaixo do nível clássico de sobrecompra. O indicador mostra que há espaço para oscilações em ambas as direções, mantendo o volume como elemento importante para confirmar o próximo movimento.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também encerrou a última sessão em baixa e terminou negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o contrato em uma zona de definição, com compradores e vendedores disputando a direção de curto prazo.
Para retomar o fluxo de alta, será necessária a entrada de volume comprador e a superação da resistência em 188.520/189.730 pontos. O rompimento dessa faixa poderá dar continuidade ao movimento altista, com os próximos objetivos em 191.060/191.930 pontos e, posteriormente, em 192.495/195.030 pontos.
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Pelo lado vendedor, acompanho inicialmente o suporte em 185.880/184.465 pontos. A perda dessa região poderá intensificar o fluxo de baixa e levar o mini-índice até 183.670/181.970 pontos. Em uma correção mais extensa, o alvo mais longo está localizado em 178.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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