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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (14/09) em alta de 0,36%, aos 5.164 pontos. O dólar avançou quase 0,5% e terminou próximo de R$ 5,15, após tocar R$ 5,1830 e devolver parte dos ganhos. No exterior, a moeda foi favorecida pela busca por segurança diante do conflito entre Estados Unidos e Irã, da alta superior a 3% do petróleo e das preocupações com a inteligência artificial. No Brasil, as pesquisas eleitorais e a crise no STF reforçaram a cautela.
Para os traders de minidólar, o foco nesta terça-feira estará no julgamento do STF envolvendo as mensagens entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, além das expectativas para as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O comportamento do petróleo, do dólar no exterior e do cenário eleitoral deverá indicar se a procura por proteção sustenta a moeda ou se a perda de força observada após a máxima do dia continua.
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Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão no campo positivo, mas perdeu força durante o pregão e terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mostra que a valorização, isoladamente, ainda não foi suficiente para consolidar o domínio dos compradores.
Para dar continuidade à alta, considero necessária a entrada de volume comprador suficiente para superar a resistência em 5.175/5.202,5. Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar até 5.224/5.235,5 e, posteriormente, buscar a região de 5.257,5/5.268.
No sentido contrário, a retomada do fluxo vendedor dependerá da perda do suporte em 5.163/5.155. Caso esse intervalo seja rompido, o minidólar poderá buscar 5.141/5.120, deixando como objetivo mais longo a região de 5.100/5.082.
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No gráfico diário, verifico que o minidólar avançou na última sessão, mas perdeu força ao longo do pregão e terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. O contrato vem apresentando um movimento mais lateral nos últimos dias, sem uma direção claramente definida.
Para confirmar a continuidade da alta, o ativo precisará superar a região formada pelas médias e pelas resistências em 5.202,5/5.235,5. O rompimento dessa faixa poderá abrir espaço para um avanço em direção a 5.277/5.342.
Para retomar o fluxo de baixa, acompanho os suportes em 5.152/5.093,5/5.052. A perda dessas referências poderá intensificar a pressão vendedora e levar o contrato inicialmente até 4.980/4.946. O IFR de 14 períodos está em 47,50, em zona neutra e sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.
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Dólar futuro (WDOV26): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, observo que o minidólar encerrou a última sessão com fluxo positivo, mas permanece entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém o contrato em uma região de definição e exige o rompimento das faixas mais próximas para indicar uma direção mais consistente.
Para seguir com o movimento de alta, o ativo deverá superar inicialmente a resistência em 5.186,5/5.202,5. Acima desse intervalo, o fluxo comprador poderá ganhar intensidade e levar o contrato até 5.224/5.257,5. Caso os rompimentos sejam confirmados, os objetivos seguintes estarão em 5.277 e, no movimento mais longo, em 5.307.
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Para retomar a trajetória de baixa, acompanho inicialmente o suporte em 5.155/5.093,5. Se a pressão vendedora levar o contrato também abaixo de 5.065, o movimento poderá ganhar força em direção a 5.050/4.998, com alvos mais longos situados em 4.967/4.946.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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