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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (14/09) em baixa de 0,73%, aos 187.250 pontos, acumulando o segundo recuo consecutivo. O Ibovespa recuou 0,91%, aos 185.500,88 pontos, pressionado pelo ambiente externo e pelo cenário doméstico, embora tenha se afastado da mínima de 183.813,36 pontos. Wall Street e as bolsas europeias caíram com os temores de desaceleração da inteligência artificial, a alta dos Treasuries e o avanço do petróleo. No Brasil, os juros futuros subiram apesar da redução das projeções de inflação no Focus e do avanço de Flávio Bolsonaro na pesquisa Quaest. Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e os grandes bancos pressionaram o índice.
Para os traders de mini-índice, o foco nesta terça-feira estará na sessão do STF sobre o caso Master e nos ajustes antes das decisões de juros do Brasil e dos Estados Unidos. A reação de Vale e dos bancos, além do comportamento dos Treasuries, do petróleo e das bolsas internacionais, deverá indicar se o contrato encontra espaço para recuperação após se afastar das mínimas ou prolonga o movimento de correção.
Análise do gráfico de 15 minutos
Na minha leitura do gráfico de 15 minutos, o mini-índice encerrou a última sessão no campo negativo e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O segundo recuo consecutivo reforça a perda de impulso comprador e mantém o contrato sujeito a novas quedas no curtíssimo prazo.
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Para prolongar o movimento de baixa, será necessária a entrada de fluxo vendedor capaz de romper o suporte de 187.140/186.275 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a correção e levar o contrato até 185.275/183.670 pontos. Em um movimento negativo mais amplo, o alvo seguinte estará em 182.710/181.970 pontos.
No sentido contrário, a retomada da alta dependerá da superação da resistência de 187.530/188.260 pontos. Um rompimento acompanhado por força compradora poderá abrir espaço para 188.725/189.160 pontos. Se o avanço ganhar consistência, o alvo mais longo estará em 189.950/190.585 pontos.
No gráfico diário, observo que o mini-índice ampliou a correção, mas ainda preserva uma estrutura técnica de alta. O contrato permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, deixando aberta a possibilidade de formação de um pullback antes de uma eventual retomada do fluxo comprador.
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Para confirmar essa reação e voltar a avançar, o WINV26 precisa superar a resistência de 191.930/192.115 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 195.030/199.500 pontos.
A correção poderá ganhar maior intensidade caso o contrato perca a região formada pelas médias móveis e pelos suportes de 186.890/183.670 pontos. O rompimento dessa faixa abrirá espaço para uma queda em direção a 176.100/167.975 pontos.
O IFR de 14 períodos está em 62,81 pontos. O indicador permanece em região neutra, embora ainda se encontre relativamente próximo da referência de sobrecompra. A leitura mostra que parte da força acumulada nas altas anteriores continua presente, mesmo após os recuos recentes.
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WINV26: Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, vejo que o mini-índice encerrou a última sessão em baixa e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração reforça o movimento corretivo e aumenta a importância das próximas regiões de suporte.
Para retomar o fluxo de alta, será necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a região de 188.260/191.060/191.930 pontos. Acima dessa faixa, o contrato terá potencial para buscar 192.495/195.030 pontos. Em uma extensão do movimento positivo, os próximos objetivos estarão em 195.915/198.500 pontos.
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Para continuar recuando, o mini-índice precisará romper o suporte de 187.040/185.040 pontos. A perda dessa região poderá levar o contrato até 183.670/181.970 pontos. Em um movimento vendedor mais amplo, o alvo mais longo estará em 178.610 pontos.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
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