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Em outubro, o Senado renova dois terços de sua composição. Entre os 54 parlamentares que ocupam atualmente as cadeiras que ficarão vagas, 22 não tentam a reeleição como titulares da Casa.
Desse total, 13 decidiram não disputar nenhum cargo em 2026. Outros nove estarão nas urnas, mas escolheram concorrer à Presidência, a governos estaduais, à Câmara, a assembleias legislativas ou como suplentes de candidatos ao Senado.
Os outros 32 senadores com mandatos vinculados às vagas renovadas neste ano tentam permanecer na Casa por mais oito anos.

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13 senadores fora das urnas
O maior grupo entre os que abriram mão da reeleição é formado pelos 13 parlamentares que não registraram candidatura para outubro. Nove são titulares dos mandatos e quatro exercem atualmente o cargo na condição de suplentes.
A decisão desses parlamentares já garante a troca de parte das cadeiras antes mesmo da votação. Como 54 das 81 vagas do Senado estarão em disputa, o tamanho definitivo da renovação dependerá também do desempenho dos 32 candidatos à reeleição.
Nove senadores optaram por disputar a eleição em outra condição.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou de buscar a renovação do mandato pelo Rio de Janeiro para concorrer à Presidência da República. Marcos Rogério (PL-RO) também abriu mão da reeleição ao Senado e disputa o governo de Rondônia.
Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) são candidatos a deputado federal. Mara Gabrilli (PSD-SP), por sua vez, tenta uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo.
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Outros quatro decidiram participar de chapas ao Senado como primeiros suplentes. Nelsinho Trad (PSD-MS) integra a candidatura de Reinaldo Azambuja; Jader Barbalho (MDB-PA), a de Helder Barbalho; e Daniella Ribeiro (PP-PB), a de Nabor Wanderley.
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Dra. Eudocia (PSDB-AL), que já exerce o mandato atual como primeira suplente, tenta permanecer nessa condição na chapa de Marina JHC (PSDB-AL).
Três estados trocarão os dois senadores
São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul já sabem que terão novos titulares nas duas cadeiras renovadas neste ano.
No Paraná e no Rio Grande do Sul, nenhum dos atuais ocupantes das quatro vagas busca a reeleição.
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Em São Paulo, a situação se repete por caminhos diferentes. Giordano (Podemos-SP) não concorre a nenhum cargo, enquanto Mara Gabrilli deixou a disputa pelo Senado para concorrer a deputada estadual.
Assim, os três estados necessariamente enviarão dois novos titulares ao Senado em 2027. Nos demais, a renovação dependerá das urnas.